“Eis o legado de António Costa: habitação mais cara e salários baixos”, diz Ventura

© Folha Nacional

O país ficou em choque com as notícias mais recentes no âmbito da habitação arrendada: espera-se uma atualização, no próximo ano, na casa dos 6.9%. Este cenário está a deixar, naturalmente, os inquilinos e muitas centenas de milhares de famílias com o coração nas mãos, expectantes sobre a evolução da situação económica em Portugal.

Muitos sabem, segundo dados recolhidos recentemente, que não conseguirão suportar as despesas relacionadas com a sua habitação ou dos seus familiares, tendo de entregar os imóveis ou sujeitar-se a situações de incumprimento contratual.

Também a subida consistente dos juros, a nível europeu, está a revelar-se um pesadelo para quem comprou casa nos últimos anos: nalguns casos a prestação subirá mais de 200 euros em Setembro, o que torna a classe média especialmente vulnerável a esta situação.

No recomeço do ano político, o Presidente do CHEGA, André Ventura, disse ao Folha Nacional que esta é uma responsabilidade pessoal e política de António Costa, que prometeu desenvolver todos os esforços para resolver o problema e apenas o agravou. ‘Até o programa Mais Habitação, agora vetado pelo Presidente, foi um absoluto fracasso e teve o efeito contrário: agravou mais a desconfiança e a incerteza num mercado já muito volátil. Costa prometeu mais habitação e deixa um legado de habitação muito mais cara e salários comparativamente mais baixos’, referiu Ventura.

Últimas de Política Nacional

Autarquia liderada pelo socialista Gonçalo Lopes repartiu trabalhos semelhantes de gestão florestal por cinco procedimentos, todos abaixo do limiar europeu. Dois ficaram a poucos milhares de euros dos 216 mil e, em quatro concursos, as empresas tiveram apenas cerca de 36 horas para apresentar propostas.
O líder do CHEGA acusa José Luís Carneiro de contradição e sustenta que os socialistas preferem preservar o entendimento político com o PSD a transformar em lei aquilo que dizem defender: baixar o IVA nos combustíveis de 23% para 13%.
O partido liderado por André Ventura exige explicações sobre pagamentos identificados pela Inspeção-Geral das Finanças e quer ouvir atuais e antigos responsáveis da televisão pública. Conselho Fiscal e Conselho Geral Independente também são chamados ao escrutínio. “Estamos a falar de recursos que são públicos”, avisa o deputado Daniel Teixeira.
O presidente do CHEGA anuncia novo requerimento potestativo para investigar a passagem de Luís Neves pela direção da PJ e acusa o Parlamento de aplicar critérios diferentes dos usados noutras comissões de inquérito. Ventura admite limitar novamente o objeto para desbloquear a CPI.
O presidente do CHEGA acusa Aguiar-Branco de bloquear o escrutínio ao atual ministro da Administração Interna e fala numa operação de “contenção política de danos”. Ventura denuncia “dois critérios” na admissão de inquéritos parlamentares e promete não deixar cair a investigação à passagem de Luís Neves pela direção da Polícia Judiciária.
A Cosmos Business Travel, empresa ligada ao universo empresarial da família Oliveira, terá faturado perto de 600 mil euros desde 2024 em serviços de viagens e alojamento contratados por organismos públicos, segundo revela o Tal & Qual.
O inquérito potestativo que permitiria avançar com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) a Luís Neves sem votação foi rejeitado. CHEGA denuncia uma tentativa de proteger o ministro da Administração Interna e impedir que a sua gestão na PJ seja investigada.
CHEGA voltou a exigir que a comissão de inquérito à gestão de Luís Neves na Polícia Judiciária avance no arranque da nova sessão legislativa. Aguiar-Branco mantém o processo em análise e ainda não deu luz verde à constituição da comissão. Partido liderado por André Ventura lamenta novo impasse num inquérito que considera ser um direito potestativo.
A Entidade para a Transparência (EpT) admitiu não ser possível determinar com "rigor e fidedignidade" quantos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos estão atualmente obrigados a apresentar declarações de rendimentos e interesses.
A Entidade para a Transparência (EpT) reconheceu que não concluiu a verificação de todas as declarações únicas de interesses e rendimentos do atual Governo, sublinhando que há processos a aguardar decisões do Tribunal Constitucional sobre que informação declarar.