Governo quer legalizar mais 600 mil imigrantes. Em março haverá dois milhões em Portugal

O número de imigrantes a viver em Portugal continua a aumentar e, para isso, muito têm contribuído as medidas do governo socialista, que são apoiadas pela extrema-esquerda.

Os dados mais recentes – divulgados na semana passada pelo Ministério da Administração Interna – mostram que este ano já foram concedidos 306 mil novos vistos de residência em Portugal. A este número somam-se os 781 915 concedidos no ano passado, o que perfaz um total de 1 087 915, ou seja, mais de um milhão de imigrantes em situação regular em Portugal. Porém, há ainda mais contas que é necessário fazer, pois há que somar também as 154 mil autorizações de residência atribuídas a imigrantes oriundos de países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e também os 60 mil vistos de proteção temporária atribuídos a cidadãos ucranianos. Feitas as contas, temos atualmente 1 301 915 milhões de imigrantes legais a viver no território nacional. Mas se pensa que o número é elevado, prepare-se porque ainda vai subir mais. Mas já lá iremos.

A propósito destes dados do Ministério da Administração Interna, destaque ainda para as dez nacionalidades mais presentes entre a comunidade imigrante. Em primeiro lugar surge a comunidade brasileira com 400 759 mil imigrantes, seguida de longe pela ucraniana (77.680), britânica (56 983), angolana (55 983) e cabo-verdiana (54 335). Fora do top cinco encontramos os imigrantes oriundos da Índia (47 558), Itália (30 914), Guiné-Bissau (36 036), França (30 656) e Nepal (30 366). A propósito da extinção oficial e definitiva do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) no último domingo, a ministra dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes disse ao jornal Público que a substituta do SEF, a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), vai legalizar cerca de 600 mil imigrantes até ao próximo mês de março. “Vamos lançar uma megaoperação de recuperação de pendências até ao fim de Março”, disse a ministra, sublinhando que o “objetivo é limpar as pendências” que existem relativamente a pedidos de residência de migrantes. Assim, e segundo dados divulgados pelo Público, até março serão legalizados praticamente 600 mil imigrantes: 347 mil pedidos de legalização que estão em atraso, 199 mil renovações requeridas até março (de cidadãos oriundos da CPLP) e ainda mais 53 mil vistos temporários atribuídos a cidadãos ucranianos. 

Desta forma, em março estarão legalizados quase dois milhões de imigrantes, mais concretamente, 1 901 915 milhões. Para André Ventura estes números revelam um “cenário assustador” para o futuro Portugal. O Presidente do CHEGA defende a integração de imigrantes “que venham para trabalhar e para ajudar o país a desenvolver-se”, mas alerta para o facto de que esse não é o caso de todos os que vêm para Portugal, temendo ainda uma substituição demográfica no nosso país. “Nós não podemos continuar a permitir que quem quer vir para Portugal venha sem qualquer condição ou contrato de trabalho. Basta andar por Lisboa, mas não só, para perceber que há imigrantes a viverem às dezenas dentro de uma casa e outros a dormirem nas ruas. 

É assim que recebemos os imigrantes?”, começou por questionar, frisando que a “imigração é bem-vinda, mas tem de ser controlada”.

“Não pode entrar qualquer pessoa no país que apenas diga que quer melhores condições de vida. Precisa de ter um contrato de trabalho ou, pelo menos, a indicação de entrevistas de emprego agendadas. Se não colocarmos um travão, o número de imigrantes vai continuar a aumentar e, não só vai resultar na rutura dos serviços públicos que não estão preparados para este aumento exponencial de pessoas, como vai também levar, a longo prazo, a uma substituição demográfica da população portuguesa”, finalizou.

Últimas de Política Nacional

O Ministério Público (MP) acusou o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, e outros 22 arguidos, incluindo vereadores e funcionários, de peculato e de abuso de poder por gastos de 150 mil euros em refeições pagas pelo município.
O presidente da Assembleia da República solicitou à Comissão de Transparência a abertura de um inquérito às afirmações da deputada do PS Isabel Moreira no debate dos diplomas sobre mudança de género, após queixa do líder parlamentar do PSD.
Quando vários crimes muito graves são julgados no mesmo processo, a pena final nem sempre acompanha a gravidade do que foi feito. É essa lógica que o CHEGA quer alterar.
O presidente do CHEGA condenou hoje o ataque contra participantes na Marcha pela Vida e pediu todos os esclarecimentos à PSP e Governo, considerando que não pode haver violência "boa ou má" conforme se é de esquerda ou de direita.
O presidente do CHEGA disse hoje ter garantia "política e negocial" que haverá dois nomes indicados pelo PSD e um pelo seu partido para os juízes para o Tribunal Constitucional, eleições cuja data será definitivamente proposta na quarta-feira.
O presidente do CHEGA disse hoje que há condições para aprovar nos próximos dias a nova lei do retorno proposta pelo Governo com alterações do seu partido, esperando que o Tribunal Constitucional não volte a ser "força de bloqueio".
Pagar a casa já é difícil. Pagar ao banco para sair mais cedo do crédito pode tornar-se ainda mais. É precisamente isso que o CHEGA quer mudar. O partido apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende acabar com a comissão cobrada pelos bancos quando os clientes fazem reembolsos antecipados em créditos à habitação com taxa variável.
O CHEGA quer que Portugal leve à União Europeia e às Nações Unidas uma proposta para classificar o movimento Antifa como organização terrorista. A iniciativa deu entrada no Parlamento através de um projeto de resolução e coloca o tema da segurança e da violência política no centro do debate.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou Bruxelas de ser "símbolo de censura e ditadura" e salientou o papel do seu partido no combate à imigração ilegal em Portugal.
Meses depois das tempestades que deixaram um rasto de destruição em várias regiões do país, continuam as dúvidas sobre como estão a ser atribuídos os apoios públicos. Quem recebeu? Quem ficou de fora? E com base em que critérios?