PSP e GNR realizam a partir de hoje operação de fiscalização ao transporte TVDE

A PSP e a GNR realizam a partir de hoje uma operação de fiscalização aos transportes em regime TVDE com o objetivo de garantir “a segurança rodoviária e aumentar o sentimento de segurança entre os utilizadores”.

Num comunicado conjunto, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) indicam que a operação, que se prolonga até sexta-feira, vai realizar-se de forma seletiva e nas vias onde se verifica um maior volume destes veículos de transporte individual de passageiros em veículo descaracterizado (TVDE).

Estas duas forças de segurança indicam que o transporte de passageiros tem registado nos últimos anos uma evolução notória, nomeadamente através da introdução de novas modalidades de transporte, como é o caso do transporte de passageiros em regime de transporte individual e remunerado, em veículos descaracterizados, a partir de plataforma eletrónica TVDE.

A PSP e a GNR sublinham que este tipo de transporte, desenvolvido por condutores e operadores, está sujeito a regulamentação própria, mas algumas vezes existe um desrespeito dos condicionalismos legais impostos e das regras básicas de circulação, nomeadamente no que concerne à habilitação, certificação e formação dos condutores e às especificações técnicas impostas às empresas operadoras e veículos.

Durante a operação será intensificada a fiscalização rodoviária direcionada para o transporte de passageiros, dissuadindo a prática de atividade contrárias à legislação em vigor por parte dos condutores e das empresas de transporte, bem como se procurará contribuir para a promoção de uma concorrência leal neste setor do transporte rodoviário, refere o comunicado conjunto.

Esta operação conta com a colaboração da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT).

Últimas do País

Cerca de meia centena de pessoas com sintomas de intoxicação alimentar foram assistidas no Hospital das Caldas da Rainha, a maioria jovens que participam num torneiro de futebol, informou hoje a Câmara Municipal.
A GNR deteve hoje 21 homens e cinco mulheres suspeitos de pertencer a uma rede de tráfico de droga que atuava nos distritos de Aveiro e Porto, informou aquela força de segurança.
A Unidade de Saúde Familiar (USF) Gago Coutinho, em Alverca do Ribatejo, encerrou temporariamente devido às temperaturas elevadas e à avaria do sistema de climatização (AVAC), deixando utentes sem acesso à unidade até que o problema seja resolvido.
Um homem traficante de droga tentou agredir agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) durante a sua detenção na Póvoa de Santa Iria e acabou por provocar danos na esquadra, num caso que terminou com a detenção de quatro suspeitos de tráfico de droga.
O despiste e atropelamento que ocorreu hoje na União de Freguesias de Agualva e Mira-Sintra envolveu um autocarro da Carris Metropolitana e provocou dois mortos e 14 feridos, quatro dos quais em estado grave, segundo a Proteção Civil.
Cerca de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão hoje em perigo máximo de incêndio, bem como 13 concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, à semelhança de segunda-feira, segundo o IPMA.
Os distritos de Bragança, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco e Portalegre estão hoje e na quarta-feira sob aviso laranja por causa do tempo quente, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O CHEGA apresentou um projeto de lei que pretende impedir que pessoas condenadas por maus-tratos a animais possam voltar a deter animais de companhia, através da criação do Registo Nacional de Condenados por Maus-Tratos a Animais (RNCMA).
Nas cadeias estão, neste momento, 85 presos pelo crime de incêndio florestal e há ainda 20 arguidos e condenados com pulseira eletrónica nos meses de maior risco de incêndio, segundo a Direção-geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).
O CHEGA vai propor um debate de urgência no Parlamento para que o ministro da Educação dê explicações sobre as “falhas brutais” nos exames nacionais e afasta para já a realização de uma comissão de inquérito.