Proteção Civil realiza hoje exercício público de preparação para risco sísmico

A Proteção Civil realiza hoje um exercício público de sensibilização para o risco sísmico, uma ação que dura um minuto e compreende a realização de três gestos: baixar, proteger e aguardar.

© Facebook da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil

O exercício, denominado “A Terra Treme” (www.aterratreme.pt), vai acontecer às 11:14 de hoje, é organizado anualmente pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em colaboração com diversas entidades públicas e privadas, e visa capacitar a população a saber como agir em caso de sismo.

A ANEPC pretende com esta iniciativa dar a conhecer à população o que “fazer antes, durante e depois de um sismo, nomeadamente conhecer as medidas preventivas e os comportamentos de autoproteção a adotar”.

Segundo a Proteção Civil, o exercício compreende “a realização de três gestos simples que podem fazer a diferença a quem os praticar perante a ocorrência de um sismo”.

A ANEPC indica que a ação se desenrola durante um minuto, no qual os participantes, a título individual ou coletivo (famílias, escolas, empresas, instituições públicas, privadas ou associativas), são convidados a executar os três gestos de autoproteção: baixar, proteger e Aguardar.

Em todo o país, os Comandos Regionais de Emergência e Proteção Civil (CREPC) e os Comandos Sub-regionais de Emergência e Proteção Civil da ANEPC vão, em parceria com as comunidades educativas locais, corpos de bombeiros, Serviços Municipais de Proteção Civil e os demais agentes de proteção civil promover ações de sensibilização sobre a temática do risco sísmico e as medidas de autoproteção, bem como a realização do exercício “A Terra Treme”.

Embora a iniciativa tenha expressão nacional, a ANEPC, em articulação com a Direção-Geral da Educação (DGE) e a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), promove um evento principal na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, em Olhão.

Últimas do País

A GNR da Guarda constituiu cinco arguidos, na quarta-feira, por crimes de burla, no âmbito de uma investigação que decorreu nos distritos do Porto e Coimbra, e apreendeu 4.210 euros em numerário, telemóveis e material informático.
Quatro homens detidos numa operação de combate ao tráfico de droga, em que foram apreendidas quatro toneladas de haxixe e duas embarcações na costa de Setúbal, vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou hoje a GNR.
O presidente do CHEGA pediu hoje ao primeiro-ministro que “volte para Portugal” para que esteja presente na coordenação do combate aos incêndios e possa dar “um puxão de orelhas” ao ministro da Educação por causa dos exames nacionais.
A Polícia Judiciária realizou esta sexta-feira buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, presidida pelo PSD. A investigação incide sobre procedimentos administrativos e contratos celebrados com empresas privadas durante o ano de 2025.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou hoje de 10 para 12 o número de distritos de Portugal continental que estão sob aviso vermelho devido ao calor, situação que se mantém até domingo na maioria destes territórios.
Um homem ficou desalojado na sequência de um incêndio que lavra desde quinta-feira no concelho de Cinfães e que está a ser combatido por cerca de uma centena de operacionais, revelou hoje fonte dos Bombeiros de Nespereira.
A divulgação dos resultados e a segunda fase dos exames nacionais foram adiadas devido às falhas da avaliação eletrónica, havendo ainda professores sem receber os itens das provas para corrigir.
Ao contrário do Reino Unido, onde o Governo publica estimativas sobre os custos do sistema de asilo e do apoio aos requerentes de asilo, o Governo não dispõe de um cálculo oficial que permita saber quanto custa, em média, cada imigrante em situação irregular ao Estado.
Líder do CHEGA acusa PSD de ceder à esquerda e defende que quem obtém a nacionalidade portuguesa e comete crimes como pedofilia, tráfico de seres humanos ou associação criminosa deve deixar de ser português.
Vinte e duas buscas, 11 detenções e uma burla de 50 milhões de euros. Foi este o resultado de uma megaoperação da Polícia Judiciária que desmantelou uma alegada rede internacional de cibercrime.