Pedro Nuno Santos é o “rosto das indemnizações milionárias na TAP”, diz Ventura

Pedro Nuno Santos “não é nenhum PS renovado”, mas “o mesmo PS do processo Casa Pia, o mesmo PS do processo Marquês e agora o de António Costa”, acusou André Ventura

© Folha Nacional

“Nós ainda nos lembramos quem é que deu meio milhão de euros a Alexandra Reis no caso da TAP; nós ainda nos lembramos quem é que tinha pastas importantíssimas deste governo e esteve sempre ao lado de Medina e de Costa nas decisões orçamentais”, disse André Ventura referindo-se ao ex-ministro de Costa e atual candidato à liderança do PS, Pedro Nuno Santos. 

Num jantar comício em Setúbal, o Presidente do CHEGA acusou ainda o primeiro-ministro de deixar vir à superfície “a pior tradição do PS, de tentar condicionar a Justiça” e apontou novamente àquele que será, com grande probabilidade, o futuro líder do PS, referindo que “o país e a História não nos perdoarão se branquearmos Pedro Nuno Santos, se acharmos que o novo homem do Partido Socialista, com um novo fato e uma nova cara e um novo sorriso, vai trazer alguma coisa de novo aos portugueses”.

“Pedro Nuno Santos é o rosto das indemnizações milionárias da TAP”, recordou André Ventura.

Últimas de Política Nacional

Os requerimentos, apresentados pelo CHEGA, JPP e PS, foram aprovados hoje por unanimidade na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação (CIMH).
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, acusou hoje Luís Marques Mendes de criar "fumaça" sobre o Orçamento do Estado para 2027 por estar "desesperado" e a "descer nas sondagens".
O candidato presidencial André Ventura considerou hoje que o Presidente da República tem legitimidade para dizer ao Governo "para onde é que tem de ir" em diferentes políticas e áreas da sociedade.
O candidato presidencial e líder do CHEGA acusou o primeiro-ministro e presidente do PSD de querer uma "marioneta" em Belém ao apelar ao voto em Marques Mendes e de estar "com medo" da sua candidatura.
Diplomacia, poder e vida pessoal cruzam-se em Budapeste: Maria Cristina Castanheta, companheira de Henrique Gouveia e Melo, foi nomeada embaixadora de Portugal na Hungria, numa decisão já validada por Belém e pelo Governo e que surge em pleno arranque da corrida presidencial.
Apesar de ter ficado provado o arremesso de objetos, incluindo pedras e garrafas, e de um jornalista ter sido ferido, o Ministério Público concluiu que não existem indícios suficientes para levar a julgamento os manifestantes não identificados.
O Supremo Tribunal de Justiça anulou as medidas de coação agravadas aplicadas pela Relação de Lisboa no processo de corrupção da Madeira, considerando que os factos invocados não sustentavam qualquer limitação à liberdade dos arguidos. Pedro Calado e dois empresários regressam ao simples Termo de Identidade e Residência.
André Ventura defendeu que um Presidente da República não deve interferir em processos judiciais concretos e acusou os candidatos da esquerda de já terem “chegado a um acordo” político que escondem do eleitorado.
O Líder do CHEGA elogia o diagnóstico de Marcelo Rebelo de Sousa sobre o país, mas deixa o alerta: “Portugal não precisa de análises, precisa de ação”.
O Presidente da Assembleia da República (PAR) criticou hoje o ambiente de “desconfiança permanente” sobre os políticos e, a propósito das presidenciais, reservou um eventual processo de revisão constitucional para o órgão competente: o Parlamento, cujos trabalhos dirige.