IHRU vai reabilitar 5.800 habitações até 2028

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai reabilitar cerca de 5.800 habitações até 2028, mais de 2.900 das quais em 2023, refere um comunicado do organismo hoje divulgado.

© D.R.

De acordo com o “Plano de Reabilitação do Património” apresentado pelo IHRU, em 2023 foram concluídas e estão em obra mais de 1.400 habitações e encontram-se ainda em projeto e em concurso para obra mais de 1.500 habitações.

Até ao ano corrente, já foram reabilitadas mais de 3.000 habitações, segundo a mesma fonte.

Segundo o plano do IHRU, a reabilitação do património “vai entrar agora numa segunda fase de implementação”.

Para 2024 estão previstas três fases: na primeira, será dada prioridade à reabilitação de um conjunto de edifícios que corresponde a mais de 1.800 habitações de norte a sul do país, enquanto na segunda e terceira fases serão lançados os procedimentos para a intervenção em mais de 4.000 habitações, com prazos de execução até 2028.

O IHRU explicita que a reabilitação tem como principais objetivos “promover a eficiência energética e hídrica, melhorar o conforto acústico, reforçar o sistema estrutural, melhorar a acessibilidade das pessoas com mobilidade condicionada e renovar a imagem do edificado”.

No dia 9, durante uma audição na Assembleia da República no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2024, a secretária de Estado da Habitação destacou que o IHRU tem 14.165 fogos espalhados por todo o país em diferentes graus de estado de conservação, alguns dos quais em “situação muito grave”.

Maria Fernanda Rodrigues destacou que os edifícios estão identificados e a reabilitação está a ser feita “de forma hierarquizada, tendo em consideração o estado de conservação dos edifícios”, começando pelos que necessitam de uma intervenção “mais urgente”.

Segundo a responsável, desde 2020 o IHRU “executou e tem a execução de cerca de 24 milhões de euros no Orçamento do Estado”.

Para 2024, caso a proposta de Orçamento do Estado seja aprovada, estão previstos mais 13 milhões de euros para a reabilitação do parque habitacional.

A secretária de Estado destacou que há também um problema “muito grave” relacionado com o facto de o IHRU não ser o proprietário de todos os fogos em determinados edifícios, o que complica a reabilitação, porque existem proprietários “sem capacidade financeira para fazer face ao valor da reabilitação que é preciso fazer”.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.