Ordem dos Enfermeiros aplaude criação de grupo de trabalho sobre internato

A Ordem dos Enfermeiros congratulou-se hoje com a criação de um grupo de trabalho para propor um modelo de internato, lembrando que não é justo que um enfermeiro pague do seu bolso a especialização.

© D.R

Em comunicado, a Ordem dos Enfermeiros (OE) lembra que há oito anos que “trava esta batalha” e que nunca deixou de exigir “que os enfermeiros fossem tratados com respeito e igualdade”.

A criação deste grupo de trabalho foi hoje publicada em Diário da República, num diploma que define que o grupo tem 120 dias para propor a criação “de um modelo de internato aplicável ao período formativo em exercício profissional, numa área clínica de especialização em enfermagem”.

Este modelo terá como finalidade “a certificação de competências para a prestação de cuidados de enfermagem especializados numa das áreas de especialidade legalmente reconhecidas, no sentido da atribuição do título de enfermeiro especialista”, refere o diploma.

Na nota hoje divulgada, a OE lembra que “não é justo, nem compreensível”, que os enfermeiros paguem do seu bolso a especialização, ao contrário dos médicos e farmacêuticos, que têm o internato pago pelo Estado.

“A especialização dos enfermeiros é também um investimento no Serviço Nacional de Saúde”, sublinha a OE, lembrando que vários estudos nacionais e internacionais concluem que a intervenção dos enfermeiros especialistas reduz a taxa de mortalidade, conduz à melhoria dos resultados clínicos de doentes crónicos e diminui o número de internamentos e de reinternamentos.

Segundo o relatório “Os Cuidados de Enfermagem Especializados como Resposta à Evolução das Necessidades em Cuidados de Saúde”, realizado pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESCTEC), um aumento de 1% na proporção de enfermeiros especialistas pode conduzir a uma diminuição do tempo de internamento em cerca de 6%.

“O primeiro passo está dado. Mas é apenas um passo num caminho que já devia ter sido dado há muitos anos”, considera a Ordem dos Enfermeiros.

Últimas do País

A PSP recolheu este ano, em dois meses, 265 armas de fogo e quase seis mil munições e cartuchos, mais do que nas operações realizadas nos dois últimos anos, avançou hoje esta polícia.
A GNR anunciou hoje que dois homens de 23 e 55 anos, de Vila do Conde, foram constituídos arguidos pelo crime de contrafação de marcas conhecidas, tendo apreendido artigos avaliados em cerca de 40 mil euros.
Noite entre amigos terminou em tragédia. Uma pistola de calibre 6,35 milímetros terá disparado acidentalmente enquanto era manuseada dentro de um café. Jovem foi atingido na cabeça e luta pela vida nos Cuidados Intensivos do Hospital de Braga.
Quase 1500 processos chegaram à PSP e à GNR em apenas seis meses, mas as autoridades admitem que o instinto dos pais de protegerem os filhos pode estar a esconder uma realidade muito maior.
Registos foram reorganizados e quase 170 mil inscritos ficaram fora do universo elegível. Ainda assim, mais de 1,36 milhões de utentes que cumprem os critérios continuam à espera de um médico.
Pontos que não aparecem, ofertas que falham e problemas com campanhas estão entre as principais razões de queixa. Setor soma praticamente tantas reclamações em oito meses como em todo o ano passado.
O tempo de espera para primeira observação de doentes urgentes no Hospital Amadora-Sintra era, na manhã de hoje, de quase 11 horas, segundo o portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Funcionário estranhou ver o saco abandonado durante vários dias nas imediações de uma unidade hospitalar, em Alvalade, e decidiu entregá-lo à PSP. Lá dentro estavam milhares de euros, droga, certificados de aforro avaliados em 16 mil euros e dois telemóveis.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) denunciou hoje que persistem “2.650 horários em oferta de escola que cobrem a mais de 50 mil horas” por preencher, a poucos dias do início do ano letivo.
A doença de Newcastle foi já confirmada em aves selvagens em quatro ilhas nos Açores, revelou hoje o diretor regional da Agricultura, Veterinária e Alimentação, acrescentando que até ao momento não foi detetada em aves de capoeira.