Aeroporto de Lisboa foi o 6.º principal da UE em 2022 com aumento de 184% nos passageiros

O aeroporto de Lisboa foi o sexto principal da União Europeia em 2022 e registou um aumento de 184% no número de passageiros, para 34,6 milhões, num total de 57 milhões movimentados em Portugal, anunciou hoje o Eurostat.

©D.R.

Dados hoje divulgados pelo gabinete estatístico da União Europeia (UE) revelam que, no ano passado, “o aeroporto de Lisboa ocupa o sexto lugar [entre os que registaram mais movimento], com 34,6 milhões de passageiros transportados, mas regista o maior aumento entre os 10 primeiros”, de 184%.

Em 2022, os cinco principais aeroportos da UE permaneceram os mesmos que em 2021, mas com aumentos substanciais, nomeadamente o de Paris/Charles de Gaulle (que registou 57,5 milhões de passageiros transportados, +119%), o de Amesterdão/Schiphol (52,5 milhões de passageiros, +106%), Madrid/Barajas (49,8 milhões, +115%), Frankfurt/Main (48,8 milhões, +97%) e Barcelona/El Prat (41,2 milhões, +123%).

Ao todo, o número total de passageiros que viajaram por via aérea na UE foi, no ano passado, de 820 milhões, “um aumento substancial de mais do dobro – 119% – em comparação com 2021 – 374 milhões -, após o forte declínio de 73% em 2020 em comparação com 2019 devido às restrições pandémicas”, assinala o Eurostat.

Os dados hoje divulgados revelam que, em 2022, todos os países da UE registaram um aumento do número de passageiros transportados por via aérea em comparação com o período homólogo do ano anterior.

Estes aumentos variaram entre os Estados-membros da UE, com os maiores a serem registados na Irlanda (+256%), na Eslováquia e na Finlândia (ambos +203%) e os mais baixos a verificarem-se no Chipre (+69%), na Bulgária (+74%) e na Grécia (+80%).

Em Portugal, o número de passageiros transportados foi de 57,1 milhões em 2022, o que compara com 22,3 milhões de 2021.

Segundo o Eurostat, o transporte de passageiros extra-UE representou 47% do total do transporte aéreo de passageiros em 2022, enquanto o de dentro da União equivaleu a 37% e o nacional a 16%.

Últimas do País

Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.
Oito homens ficaram feridos numa sucessão de episódios violentos entre Loures, Lisboa e Amadora. Três vítimas de esfaqueamento ficaram em estado grave e outro homem foi baleado durante uma festa. PSP investiga as ocorrências e procura identificar os responsáveis.
A menos de um mês do arranque do ano letivo, há mais quartos disponíveis para os estudantes deslocados, mas o aumento da oferta face ao ano passado não se traduziu numa redução do preço das rendas.
Auditoria colocou mais de 12 milhões de euros em pagamentos da RTP sob escrutínio. Marisa Garrido recebeu suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da estação pública e o CHEGA quer respostas: “Quem decidiu? Quem recebeu? Quem fiscalizou?”
Um total de 13 distritos de Portugal continental estarão hoje sob aviso amarelo por risco de aguaceiros por vezes fortes e trovoada, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os técnicos do INEM querem que o instituto desista de transformar as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em veículos ligeiros, que retira capacidade de transporte de doentes, e alargue a rede de ambulâncias de emergência até final de 2027.
Partido liderado por André Ventura defende que a gratuitidade dos manuais escolares seja alargada aos alunos do ensino privado.
O Ministério Público acusou quatro homens, entre os 30 e os 46 anos, por tráfico de droga, detenção ilegal de arma proibida, recetação e falsificação ou contrafação de documento, no concelho de Portalegre, foi hoje anunciado.