CHEGA quer proibir o turismo de saúde em Portugal enquanto o SNS não funcionar para os portugueses

São cada vez mais as informações que dão conta de estrangeiros que vêm beneficiar do nosso SNS por ser gratuito. Cerca de 40% dos partos na MAC já são de mães estrangeiras.

© D.R.

Os casos de estrangeiros que procuram o nosso país para usufruir dos benefícios de saúde gratuitos estão a aumentar de dia para dia. O ‘turismo de saúde’, como é denominado este fenómeno, é relatado pelas administrações de vários hospitais por todo o país e tem cada vez mais peso na percentagem total de utentes.

Na Maternidade Alfredo da Costa, por exemplo, 40% das mães que deram à luz no ano passado são estrangeiras, sobretudo de origem indostânica, sendo que muitas delas nem sequer inglês sabem falar, o que dificulta a comunicação com as equipas médicas, o que leva mesmo a ter de se recorrer a interpretes.

Há também notícias que dão conta que a Polícia Judiciária se encontra a investigar redes criminosas que se dedicam a trazer mulheres para terem os filhos no nosso país a troco de contrapartidas financeiras.

Este aproveitamento indevido do SNS por estrangeiros coloca ainda mais pressão num sistema que se encontra em verdadeiro colapso, com urgências a fechar, filas de espera intermináveis, falta de profissionais de saúde e hospitais sem condições.

Últimas de Política Nacional

O Parlamento elegeu André Ventura como membro do Conselho de Estado, no âmbito de uma lista conjunta entre PSD e CHEGA que garantiu a maioria dos lugares neste órgão consultivo do Presidente da República.
O antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes falhou hoje a eleição para o cargo de provedor de Justiça ao alcançar um resultado inferior a dois terços, tendo apenas 104 votos favoráveis num total de 230 deputados.
O CHEGA acusou hoje o Governo de atirar "dinheiro fora" na saúde e deixar cair novas unidades. André Ventura referiu que "311 milhões de euros foram alienados do PRR e coisas como o Hospital Oriental de Lisboa já não vão avançar".
O líder do CHEGA acusou o Governo de ignorar o impacto real do aumento do custo de vida, questionando a ausência de medidas concretas para aliviar os preços dos combustíveis, da alimentação e a carga fiscal sobre as famílias.
Um mês depois de uma polémica envolvendo alegado favorecimento, o Secretário de Estado da Gestão da Saúde foi exonerado a seu pedido, sendo substituído de imediato por um gestor com longa carreira financeira.
A passagem de Silvério Regalado pela Câmara Municipal de Vagos está a gerar crescente contestação no concelho, depois de terem vindo a público os números das contas municipais.
O presidente do CHEGA revelou este sábado que o partido e o Governo PSD/CDS-PP têm reuniões marcadas, para a próxima semana, para discutir o fim do visto prévio do Tribunal de Contas em contratos até aos 10 milhões de euros.
O líder do CHEGA disse estar disponível para chegar a um consenso com o Governo PSD/CDS-PP na revisão laboral, mediante algumas condições, mas, para isso, o executivo tem de querer e parar “de se vitimizar”.
PSD e CDS votam contra redução da carga fiscal sobre os combustíveis. Proposta do CHEGA é rejeitada e preços mantêm-se sob pressão para as famílias.
O presidente do CHEGA, André Ventura, disse hoje que aceitou debatedor, na segunda-feira, com o historiador José Pacheco Pereira, que no domingo tinha desafiado o político de direita radical a esgrimir argumentos com base em "factos e documentos".