CHEGA quer proibir o turismo de saúde em Portugal enquanto o SNS não funcionar para os portugueses

São cada vez mais as informações que dão conta de estrangeiros que vêm beneficiar do nosso SNS por ser gratuito. Cerca de 40% dos partos na MAC já são de mães estrangeiras.

© D.R.

Os casos de estrangeiros que procuram o nosso país para usufruir dos benefícios de saúde gratuitos estão a aumentar de dia para dia. O ‘turismo de saúde’, como é denominado este fenómeno, é relatado pelas administrações de vários hospitais por todo o país e tem cada vez mais peso na percentagem total de utentes.

Na Maternidade Alfredo da Costa, por exemplo, 40% das mães que deram à luz no ano passado são estrangeiras, sobretudo de origem indostânica, sendo que muitas delas nem sequer inglês sabem falar, o que dificulta a comunicação com as equipas médicas, o que leva mesmo a ter de se recorrer a interpretes.

Há também notícias que dão conta que a Polícia Judiciária se encontra a investigar redes criminosas que se dedicam a trazer mulheres para terem os filhos no nosso país a troco de contrapartidas financeiras.

Este aproveitamento indevido do SNS por estrangeiros coloca ainda mais pressão num sistema que se encontra em verdadeiro colapso, com urgências a fechar, filas de espera intermináveis, falta de profissionais de saúde e hospitais sem condições.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA defendeu hoje que o Governo deve "rasgar e começar novamente" as propostas de alteração à lei do trabalho e procurar no parlamento o consenso para esta reforma, manifestando disponibilidade para negociar.
O CHEGA regista 25,8% das intenções de voto no mais recente Barómetro DN/Aximage, consolidando-se como uma das principais forças políticas do país. O estudo indica ainda que André Ventura é apontado por mais de metade dos inquiridos como a principal figura da oposição.
O Ministério Público acusou Diamantino Oliveira Lopes, eleito pelo PS para a Junta de Freguesia de Moreira do Rei e Várzea Cova, no concelho de Fafe, distrito de Braga, no mandato autárquico de 2017 a 2021, dos crimes de prevaricação e falsificação de documento, num procedimento de loteamento alegadamente destinado a beneficiar o próprio filho.
O líder do CHEGA saudou hoje o compromisso do Presidente da República de não dissolver o parlamento em caso de chumbo do Orçamento do Estado, mas avisou que esta posição "tem limites" e pode "esbarrar na realidade parlamentar".
O requerimento do CHEGA para ouvir presencialmente o coordenador operacional do INEM no Norte, Miguel Ângelo Santos, foi chumbado na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM com votos contra de PS e PSD.
Após um confronto com a vice-presidente do Parlamento, Teresa Morais, o líder do CHEGA, André Ventura, decidiu abandonar o hemiciclo, acompanhado por toda a bancada do partido.
O presidente do CHEGA, André Ventura, defendeu no Parlamento que o debate sobre racismo em Portugal está marcado por critérios diferentes consoante os casos, alertando para o que considera ser uma aplicação seletiva do conceito na sociedade, no desporto e no sistema político.
A audição na comissão de inquérito ao INEM expôs fragilidades nos sistemas informáticos da emergência médica. Confrontada pelo deputado do CHEGA, Pedro Frazão, a antiga responsável dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) reconheceu que os sistemas são antigos e que poderia ter havido maior intervenção.
O Ministério Público decidiu arquivar o processo que levou ao levantamento da imunidade parlamentar do deputado do CHEGA João Ribeiro. A decisão concluiu que não existem indícios que justifiquem a continuação da investigação.
O presidente do CHEGA, André Ventura, questionou o Governo sobre a resposta do Estado a portugueses que se encontram em zonas de conflito, defendendo que o Executivo deve garantir proteção e eventual repatriamento dos cidadãos nacionais em territórios afetados pela guerra.