PSP vai pagar este mês serviços remunerados aos polícias

A PSP vai pagar durante este mês de dezembro os serviços remunerados prestados pelos polícias durante a Jornada Mundial da Juventude, que se realizou em Lisboa na primeira semana de agosto, indicou hoje aquela polícia.

©facebook.com/PSPPortugal

Os sindicatos da Polícia de Segurança Pública têm alertado que os polícias que prestaram serviço extra, os chamados gratificados ou serviços remunerados, na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) ainda não tinham recebido aquele pagamento mais de quatro meses depois da realização do evento.

Em comunicado, a PSP refere que realizou, durante a JMJ, a maior operação policial com a mobilização do maior número de meios de sempre e os polícias empenhados prestaram serviço “em regime de serviço público e serviço remunerado”.

“No caso dos serviços remunerados, a direção nacional da PSP desenvolveu todos os esforços para que o pagamento fosse efetuado com a brevidade desejada”, indica aquela força de segurança, especificando que, na semana passada, a Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros efetuou a transferência global da verba dos serviços remunerados prestados.

A PSP diz que o pagamento dos serviços remunerados está associado ao processamento mensal dos vencimentos, “o que levaria a que o valor dos remunerados da JMJ só fosse creditado no vencimento de janeiro de 2024”, tendo sido dada indicação ao Departamento de Gestão Financeira para que “se iniciasse o processo de registo e processamento de imediato”.

A PSP acrescenta que “será possível fazer um processamento extraordinário e os serviços remunerados serão pagos ainda durante o mês de dezembro”.

Últimas do País

Os estudantes de Medicina alertaram hoje para falhas na plataforma de escolha de vagas do internato médico, após candidatos relatarem acesso antecipado a informações que, segundo a ACSS, resultaram de uma simulação técnica.
A Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM apelou ao Governo para alterar com urgência a portaria que regula o transporte de doentes, adequando-a ao novo modelo que retirou competências de acreditação de formação ao INEM.
A ação humana continua a ser a causa preponderante e preocupante nos incêndios rurais na Região de Leiria, disse à agência Lusa o comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil, Carlos Guerra.
A pensão média de velhice em Portugal não chega para pagar metade da mensalidade de um lar. Com preços médios de 1.717 euros por mês e falta de vagas comparticipadas, milhares de famílias enfrentam dificuldades para assegurar cuidados aos mais velhos.
Um esquema de manipulação de processos de insolvência terá permitido obter 9,5 milhões de euros, segundo noticia o Jornal de Notícias. O caso levanta suspeitas sobre a utilização dos mecanismos judiciais destinados a resolver situações de falência para alcançar benefícios financeiros indevidos.
Mais de metade dos participantes num barómetro da Intercampus considera que Marcelo Rebelo de Sousa teve influência indevida no caso das gémeas luso-brasileiras tratadas no Hospital de Santa Maria. Apenas 26,7% rejeitam essa possibilidade, enquanto 18,9% não manifestam opinião.
Dois movimentos brasileiros de orientação comunista revolucionária, associados à extrema-esquerda, estão sob vigilância da Polícia Judiciária (PJ) e do Serviço de Informações de Segurança (SIS). A Unidade Popular pelo Socialismo e o Movimento Olga Benário despertaram a atenção das autoridades devido à sua presença nos protestos pela habitação.
O presidente do CHEGA acusa grupos de extrema-esquerda de se infiltrarem nas manifestações pela habitação para provocar confrontos com a polícia. Ventura defende a atuação das forças de segurança e exige medidas urgentes no Orçamento do Estado, rejeitando reuniões políticas sem soluções concretas.
O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou que mais de 60 ambulâncias do INEM estão em oficinas sem ordem de reparação, suspeitando que o instituto pretende substituí-las por viaturas ligeiras.
Portugal registou 2.767 acidentes rodoviários e 13 vítimas mortais entre 13 e 19 de outubro, mais oito mortes do que no mesmo período de 2025. Durante a campanha 'Viaje sem Pressa', a GNR e a PSP fiscalizaram mais de 5,4 milhões de veículos e detetaram 12.994 infrações por excesso de velocidade.