PSP detém 77 condutores alcoolizados e 40 sem carta entre sexta-feira e domingo

A PSP deteve, entre sexta-feira e domingo, 77 condutores alcoolizados e 40 sem habilitação legal para conduzir, no âmbito da operação "Festas Seguras", que contabilizou nos últimos três dias sete feridos graves em 478 acidentes.

© D.R.

Segundo o balanço da operação hoje divulgado pela Direção-Nacional da PSP para o período de 22 a 24 de dezembro, foram ainda detidas 29 pessoas por furtos e roubos, três por posse de arma proibida e oito por suspeita de tráfico de droga.

A polícia apreendeu mais de 430 doses individuais de droga, seis armas de fogo e 12 armas brancas (facas).

Entre sexta-feira e domingo, a PSP registou nas estradas sob sua jurisdição 478 acidentes, que causaram 147 feridos, dos quais sete graves.

Desde que começou a operação “Festas Seguras”, em 15 de dezembro, a PSP contabilizou dois mortos nas estradas, mas nenhum entre sexta-feira e domingo.

Nos últimos três dias, a PSP fiscalizou 4.738 viaturas e controlou por radar 17.120, tendo identificado 1.728 contraordenações, incluindo excesso de velocidade (602), falta de inspeção periódica (91), condução sob influência de álcool (42), ausência de seguro (25) e uso indevido do telemóvel (25).

As 77 pessoas alcoolizadas que foram detidas conduziam com taxa de alcoolemia considerada crime.

A operação “Festas Seguras” 2023/2024 da PSP termina em 02 de janeiro.

Últimas do País

O Sindicato dos Técnicos da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (SinDGRSP) cumpre hoje um dia de greve e uma manifestação junto à cadeia do Porto, por entender que a portaria sobre carreiras está aquém do negociado.
Três suspeitos escaparam antes da operação da Polícia Judiciária. Um terá conseguido quase 200 mil euros e outro transferiu cerca de 40 mil euros para contas no Brasil. Nove arguidos estão a ser julgados em Cascais.
Uma aterragem inesperada numa herdade em Serpa está a ser investigada pelas autoridades. O piloto terá pedido aos trabalhadores que não chamassem a polícia, abandonou o local de táxi e deixou uma carteira com documentos e dois mil euros.
Quase 13 mil residências foram alvo de furto num único ano. PSP e GNR registaram, em conjunto, uma média superior a 35 ocorrências por dia, apesar de os números terem descido face ao ano anterior.
O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.