Taxa de desemprego na zona euro recua para 6,4% em novembro de 2023

A taxa de desemprego recuou em novembro de 2023 para os 6,4% na zona euro e os 5,9% na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

© D.R.

De acordo com o serviço estatístico europeu, na zona euro, o desemprego recuou quer face à taxa de 6,7% registada em novembro de 2022, quer comparando com a de 6,5% de outubro de 2023.

Na UE, a taxa de 5,9% de pessoas desempregadas em novembro compara-se com a de 6,1% homóloga e de 6,0% do mês anterior.

O Eurostat estima que, em novembro, havia 12,954 milhões de pessoas desempregadas, das quais 10,970 milhões na zona euro.

Espanha (11,9%), Grécia (9,4%) e Suécia (7,9%) registaram as maiores taxas de desemprego, com a República Checa (2,4%), Malta (2,5%) e a Alemanha (3,1%) a apresentarem, por seu lado, as menores.

Portugal apresentou, em novembro, uma taxa de desemprego de 6,6%, estável face ao mês anterior e 0,1 pontos acima da homóloga (6,5%).

Últimas de Economia

As empresas comunicaram 375 despedimentos coletivos até julho, o que representa um aumento de cerca de 13% face ao período homólogo, segundo os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).
O consumo de energia elétrica em Portugal aumentou 3,1% entre janeiro e agosto, com a produção solar a atingir, no mês passado, um novo máximo de potência, segundo dados divulgados pela REN.
Os juros da dívida pública a 20 anos subiram para 4,26%, o valor mais elevado desde 2017, numa altura em que a escalada da inflação e os receios de novas subidas das taxas de juro estão a castigar as obrigações soberanas.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou hoje para o crescimento de situações de fraude e burla associadas a supostos investimentos no mercado de capitais, através de contactos não solicitados e campanhas de publicidade enganosa 'online'.
A taxa de inflação anual na zona euro acelerou 1,3 pontos percentuais em agosto, face ao mesmo mês de 2025, para 3,3%, sobretudo devido aos preços da energia, com Portugal a registar 3,6%, acima da média.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas totalizaram 706,1 milhões de euros até julho, um aumento de 140,7 milhões de euros face ao mês anterior, de acordo com a síntese da execução orçamental hoje revelada.
A inflação na Alemanha acelerou para 2,9% em agosto, impulsionada pelo aumento dos preços da energia, reforçando as expectativas de uma subida das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) em setembro.
A estimativa rápida da inflação aponta para uma atualização das rendas até 2,56% no próximo ano, acima dos 2,24% aplicáveis em 2026. Quem paga atualmente 1.000 euros por mês poderá desembolsar mais 25,60 euros.
Taxa acelera novamente em agosto e fica três décimas acima do valor registado em julho, segundo a primeira estimativa do Instituto Nacional de Estatística.
A prestação da casa vai subir em setembro para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações da DECO PROteste.