Taxa de desemprego na zona euro recua para 6,4% em novembro de 2023

A taxa de desemprego recuou em novembro de 2023 para os 6,4% na zona euro e os 5,9% na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

© D.R.

De acordo com o serviço estatístico europeu, na zona euro, o desemprego recuou quer face à taxa de 6,7% registada em novembro de 2022, quer comparando com a de 6,5% de outubro de 2023.

Na UE, a taxa de 5,9% de pessoas desempregadas em novembro compara-se com a de 6,1% homóloga e de 6,0% do mês anterior.

O Eurostat estima que, em novembro, havia 12,954 milhões de pessoas desempregadas, das quais 10,970 milhões na zona euro.

Espanha (11,9%), Grécia (9,4%) e Suécia (7,9%) registaram as maiores taxas de desemprego, com a República Checa (2,4%), Malta (2,5%) e a Alemanha (3,1%) a apresentarem, por seu lado, as menores.

Portugal apresentou, em novembro, uma taxa de desemprego de 6,6%, estável face ao mês anterior e 0,1 pontos acima da homóloga (6,5%).

Últimas de Economia

Portugal é o quinto país da UE com a carga horária semanal mais elevada, numa média de 39,7 horas por semana, só ultrapassado pela Grécia, Polónia, Roménia e Bulgária, indica uma análise da Pordata.
Os preços dos combustíveis em Portugal vão voltar a subir na próxima semana com o gasóleo simples a aumentar em média 10 cêntimos por litro e a gasolina 95 a encarecer 6,5 cêntimos.
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro inalteradas em 2%, pela sétima vez consecutiva, considerando que continua “bem posicionado para navegar a actual incerteza” devido à guerra no Médio Oriente.
A taxa de inflação acelerou para 3,4% em abril, mais 0,7 pontos percentuais do que no mês anterior, novamente impulsionada pelos combustíveis, segundo a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
As licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais caíram 15,9% até fevereiro, em termos homólogos, enquanto os novos fogos licenciados recuaram 13,3% e o consumo de cimento diminuiu 9,8%, segundo a AICCOPN.
A taxa de inflação anual da zona euro teve, em abril, um aumento mensal de 0,4 pontos percentuais para os 3,0%, puxada pelo segundo mês pela forte subida dos preços da energia, estimou hoje o Eurostat.
Abastecer volta a ficar mais caro já na próxima semana, com novos aumentos nos combustíveis, com a gasolina a subir 4,5 cêntimos por litro e o gasóleo a aumentar oito cêntimos por litro, penalizando outra vez quem trabalha, produz e depende do carro para viver, num país onde encher o depósito está cada vez mais próximo de um luxo.
O indicador de confiança dos consumidores caiu em abril para o valor mais baixo desde novembro de 2023, enquanto o clima económico aumentou, depois de ter diminuído em março.
A procura de crédito à habitação e consumo por parte dos clientes particulares aumentou no primeiro trimestre deste ano, segundo o inquérito ao mercado de crédito do Banco de Portugal.
As famílias na zona euro pouparam menos no quarto trimestre de 2025, tendência acompanhada no conjunto da União Europeia (UE), segundo dados divulgados esta terça-feira, 28, pelo Eurostat.