Pagamentos em atraso aumentam para 476,2 milhões de euros até fevereiro

Os pagamentos em atraso das entidades públicas atingiram 476,2 milhões de euros até fevereiro, um aumento de 73,5 milhões de euros face ao período homólogo, de acordo com a síntese de execução orçamental hoje divulgada.

© D.R.

 

“No final de fevereiro, os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 476,2 milhões de euros, o que representa um aumento de 73,5 milhões de euros relativamente ao período homólogo”, indica o documento divulgado pela Direção-Geral do Orçamento (DGO).

Já em comparação com o mês anterior verificou-se uma subida de 11,5 milhões de euros.

De acordo com a DGO, “a evolução homóloga é explicada pelo aumento registado na administração central excluindo o subsetor da saúde (52,8 milhões de euros) e na administração regional (32,3 milhões de euros), atenuada em parte pela diminuição registada na área da saúde (-10,1 milhões de euros)”.

Na variação mensal, o maior contributo regista-se na administração central excluindo o subsetor da saúde (13,4 milhões de euros) e nas unidades de saúde EPE (11,7 milhões de euros), parcialmente compensado pela diminuição registada nas entidades públicas reclassificadas (-6,5 milhões de euros) e na administração regional (-5,9 milhões de euros).

Últimas de Economia

A inflação deverá acelerar este ano para 3,2%, num contexto de subida de preços dos combustíveis impulsionado pela guerra no Médio Oriente, estima o Conselho das Finanças Públicas (CFP).
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação da energia atinja um pico no final de 2026 e diminua significativamente em 2027, foi hoje anunciado.
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.254 euros por metro quadrado em agosto, mais 14 euros do que no mês anterior e 14,7% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o INE.
Os preços do gasóleo na União Europeia (UE) atingiram um novo máximo de 2,23 euros por litro, contra 2,16 euros na semana anterior, segundo uma análise da agência de notícias AFP aos dados nacionais publicados hoje pela Comissão Europeia.
A carga fiscal aumentou para 35,3% em 2025, face aos 35% registados no ano anterior, de acordo com a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos divulgada hoje pelo INE.
A taxa de poupança das famílias recuou para 12,1% do rendimento disponível no segundo trimestre de 2026, face a 12,4% no trimestre anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os preços aumentaram 16,5% no segundo trimestre, enquanto o número de negócios caiu 6,4%. Endividamento dos particulares regista o maior crescimento anual desde 2008.
A economia da zona euro deverá crescer 1% em 2026 e em 2027, segundo as previsões da OCDE, que está mais otimista para este ano mas mais pessimista em relação ao desempenho da economia no próximo.
O Presidente do CHEGA alerta para o peso dos combustíveis no setor agrícola e acusa PS e PSD de incoerência na discussão sobre a redução dos impostos.
O preço dos combustíveis e lubrificantes para transporte pessoal na União Europeia (UE) aumentou, em agosto, 23,8% na comparação homóloga, após as subidas de 13,7% em junho e de 16,9% em julho, segundo o Eurostat.