Ministra da Saúde permanece internada, motorista e assessora já tiveram alta

A ministra da Saúde permanece hoje internada, em vigilância, no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, tendo os outros dois elementos que também sofreram um acidente rodoviário na sexta-feira já tido alta, informou fonte do Ministério da Saúde.

© Folha Nacional

 

A mesma fonte indicou à Lusa, pelas 12:30, que os dois elementos que tiveram alta são o motorista e uma assessora que seguiam na viatura acidentada.

O acidente ocorreu na A10, perto do Sobral de Monte Agraço, distrito de Lisboa, e não envolveu mais nenhuma viatura.

As primeiras noticias divulgadas na sexta-feira indicavam que o acidente tinha ocorrido na Autoestrada do Oeste (A8) na zona de Torres Vedras.

O despiste ocorreu provavelmente devido à chuva, indicou a fonte oficial, que acrescentou a viatura não capotou, tendo apenas a frente ficado danificada.

A ministra Ana Paula Martins acabou por ser transportada para o hospital no carro que seguia atrás, onde seguia a secretária de Estado da Gestão da Saúde, Cristina Vaz Tomé.

Os acidentados deram entrada perto das 20:30 de sexta-feira e não foram chamados meios de socorro para o local.

A mesma fonte adiantou que após o acidente a viatura foi removida para local seguro.

“Estavam hemodinamicamente estáveis, apresentavam algumas escoriações e algumas feridas, mas são feridas ligeiras e ficaram em observação”, adiantou o diretor da urgência, João Furtado.

Segundo João Furtado, os exames de avaliação revelaram pequenas alterações, fraturas e outro tipo de “traumatismos menores”.

Segundo a fonte do gabinete da ministra da Saúde, a governante regressava de uma cerimónia de assinatura de contratos no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) relativos à construção e requalificação de centros de saúde em Coimbra quando ocorreu o acidente por volta das 19:00.

Últimas do País

Mais de 1,6 milhões de pensionistas de velhice da Segurança Social receberam menos de 870 euros por mês em 2025. Entre os beneficiários de pensões de invalidez, a realidade é ainda mais pesada: cerca de 90% ficaram abaixo daquele valor.
Ministério Público acusa Rui Cristina na sequência de declarações sobre a política de habitação destinada à comunidade cigana. Autarca defende que a Câmara não deve continuar a canalizar dinheiro público para aquele grupo.
Menor foi surpreendido por dois indivíduos de rosto tapado, que efetuaram vários disparos em plena rua. Projétil ficou alojado no tronco e vítima sofreu ainda dois ferimentos na cabeça. Polícia procura os autores do ataque.
Partido avança com pedidos de informação sobre o parque habitacional dos municípios e quer conhecer o número de casas ocupadas e desocupadas, o valor médio das rendas e a dívida acumulada. CHEGA defende maior escrutínio sobre a gestão da habitação pública em plena crise de acesso à casa.
Comerciantes chegaram a oferecer cerca de 20 vezes o preço-base por bancas no interior do histórico mercado do Porto. Já três das quatro lojas exteriores levadas a hasta pública não receberam qualquer proposta. Câmara admite não ter explicação para o contraste.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a PSP e a GNR lançam na terça-feira a campanha 'Taxa Zero ao Volante' para alertar para os riscos da condução sob a influência do álcool.
Marisa Garrido chefiou os Recursos Humanos da RTP entre 2008 e 2014, período em que foram regulamentados ou alvo de novas decisões vários complementos remuneratórios agora questionados pela Inspeção-Geral de Finanças. Atual secretária de Estado terá também recebido subsídios enquanto trabalhava na estação pública.
Mais de 750 bombeiros combatiam às 07:00 quatro incêndios nos distritos de Bragança, Vila Real, Viana do Castelo e Porto, sendo o fogo de Torre de Moncorvo o que mais meios mobilizava, segundo a proteção civil.
Nos primeiros sete meses do ano, morreram menos 487 pessoas relativamente ao mesmo período de 2025, mas aumentaram os óbitos de crianças até um ano, mais 12, totalizando 71.622 mortes, dos quais 147 de bebés, revela o INE.
O jovem detido na quinta-feira em Algés, concelho de Oeiras, por suspeita de matar a mãe, e a sua irmã de 4 anos seriam vítimas de maus-tratos por parte da progenitora, avançou hoje a Polícia Judiciária (PJ).