PSP deteve 75 carteirista nos primeiros seis meses do ano

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve, no primeiro semestre deste ano, 75 pessoas por suspeita de furto por carteirista e identificou mais de 200 suspeitos do mesmo crime, revelou hoje esta polícia.

© D.R.

Em comunicado, a Direção Nacional da PSP aponta para um aumento de 57,3% de detenções e de 31% de suspeitos identificados, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Entre 01 de janeiro e 30 de junho, foram registadas 3.024 ocorrências de furto por carteiristas, enquanto em 2023 tinham sido contabilizados 2.705.

A PSP recorda que “com o intuito de reforçar o combate a este fenómeno”, em 2018 foi criada uma equipa formada por polícias pertencentes à estrutura de investigação criminal, especializados em crimes contra o património.

Desde 2018, esta equipa já deteve 511 suspeitos da prática deste crime, tendo 66 deles ficado em prisão preventiva.

Das detenções efetuadas, 43 resultaram em penas de prisão suspensas e 52 em penas de prisão efetivas.

A Direção Nacional da PSP destaca, ainda, que no âmbito da cooperação policial a nível internacional, polícias desta equipa participaram no EURO 2024, que decorreu na Alemanha, tendo prestado apoio à Polícia Federal Alemã.

Durante esse evento a PSP fez cinco detenções por furto de carteirista, a par dos três suspeitos que já haviam sido detidos também na Alemanha, pela mesma prática, no âmbito da cooperação bilateral por ocasião das festividades do Carnaval.

Já entre 19 e 28 de julho, e também no âmbito da cooperação bilateral com a Polícia Federal Belga, polícias desta equipa especializada participaram no Gentse Feesten, tendo detido dois suspeitos do crime de furto por carteirista.

“Ao estarem integrados em equipas mistas, auxiliaram ainda na detenção de outros 18 suspeitos da prática de diversos crimes, nomeadamente roubo, posse de estupefaciente e permanência ilegal em território nacional”, acrescenta a PSP.

Este ano, em contexto internacional, estas equipas efetuaram 10 detenções por crimes de furto por carteirista.

Últimas do País

O homem acusado de ter matado uma mulher a tiro na sequência de uma discussão no centro comercial Palácio do Gelo, em Viseu, em dezembro de 2024, foi hoje condenado a 18 anos de prisão.
Professores relataram hoje dezenas de falhas relacionadas com o processo de correção dos exames nacionais, num cenário que descrevem de “caos”, e exigem esclarecimentos por parte da tutela e o apuramento de responsabilidades.
Um homem, de 38 anos e de nacionalidade estrangeira, foi detido por falsificação de centenas de contratos de arrendamento na Área Metropolitana do Porto, alegadamente para auxílio à imigração ilegal, indicou hoje a Polícia Judiciária (PJ).
Um em cada quatro alunos inscritos num curso Técnico Superior Profissional (CTeSP) abandonou o ensino superior um ano após ter entrado, segundo dados do portal Infocursos, que revela ainda mais desistências no ensino privado.
Lisboa está a assistir ao crescimento de um fenómeno pouco habitual: grupos de cidadãos que decidiram passar à ação para identificar e perseguir carteiristas nas zonas mais turísticas da cidade. O aumento destes movimentos surge numa altura em que muitos moradores e comerciantes se mostram frustrados com aquilo que consideram ser um sentimento de impunidade em torno deste tipo de criminalidade.
Em apenas quatro anos, Portugal duplicou o peso da população estrangeira e passou a integrar o grupo dos dez países da União Europeia com maior proporção de residentes estrangeiros. Hoje, um em cada sete habitantes é cidadão de outra nacionalidade.
O número de pessoas sem médico de família aumentou em 41 mil em 2025, com o Conselho das Finanças Públicas (CFP) a alertar que esse crescimento acontece no contexto "particularmente relevante" de envelhecimento dos especialistas dessa área.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) anunciou hoje ter apreendido 63 armas de fogo em 61 operações de fiscalização em armeiros, entre 22 e 26 de junho, empregando 105 operacionais em todos os comandos territoriais.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou mais de 2.300 furtos em residências neste ano e alertou para as “férias de verão, períodos em que muitas habitações ficam temporariamente desocupadas”.
A Associação de Empresas de Medicina do Trabalho alertou hoje que a falta de médicos está a impedir o cumprimento da lei e apelou ao Governo para adotar medidas urgentes que evitem sanções às empresas por atrasos nas consultas.