Três feridos em despiste no Rali Vinho Madeira na zona oeste da ilha

Três pessoas ficaram feridas hoje na sequência do despiste de um automóvel em prova no Rali Vinho Madeira, numa classificativa no concelho da Ponta do Sol, na zona oeste da ilha, indicou a organização da prova.

© D.R.

“No decorrer a PEC 13 – Ponta do Sol 2, na zona o Carvalhal, a viatura n.º 30, sofreu um despiste. Entre os espetadores houve três feridos. Foram acionados imediatamente os meios, que chegaram lá rapidamente”, refere a organização em comunicado.

A nota esclarece que os feridos foram avaliados “pelo médico que estava no local como outros que foram destacados da partida”, bem como pela Equipa Médica de Intervenção Rápida (EMIR).

“Foram enviados para o hospital, que estava em alerta para recebê-los, por precaução”, refere a organização, indicando que fornecerá mais informações sobre o estado de saúde dos mesmos mais tarde.

“Na prova, os pilotos que ainda não haviam partido seguiram por percurso alternativo para a PEC seguinte. Os que estavam em prova continuaram e os que estavam retidos vão fazer em ligação até à PEC seguinte”, adianta o comunicado da organização do Rali Vinho Madeira.

Não foram divulgadas informações sobre a identidade dos feridos, mas o Diário de Notícias da Madeira noticiou que se trata de duas crianças e um adulto.

A viatura n.º 30 é um Porches pilotado por Américo Gouveia.

A edição de 2024 do Rali Vinho Madeira teve início quinta-feira e termina hoje no Funchal, com a cerimónia de chegada das viaturas prevista para as 18:30, na Avenida do Mar e das Comunidades Madeirense.

Últimas do País

Um incêndio rural que começou na noite de segunda-feira está a ser combatido, às 10:00 de hoje, por 191 operacionais, apoiados por 55 veículos e três meios aéreos na localidade de Maceira, no concelho de Fornos de Algodres, distrito da Guarda.
Dizem protestar contra o elevado preço da habitação, mas a celebração no Rossio teve direito a camarão, espumante e karaoke. O clima de festa dos manifestantes oferece um contraste curioso com o ambiente de contestação pelos elevados preços da habitação que se deveria viver na praça.
A Livraria Lello apresentou uma proposta que permite à comunidade muçulmana continuar a utilizar o imóvel durante mais de um ano sem qualquer encargo com rendas. O edifício apresenta irregularidades urbanísticas que a Câmara do Porto exige que sejam resolvidas.
Dois homens, de 27 e 42 anos, ficaram em prisão preventiva após detidos, na sexta-feira, junto ao Polo Universitário do Porto numa operação de desmantelamento de uma "relevante rede" de tráfico de droga, informou hoje a PSP.
Três homens e uma mulher foram detidos na segunda-feira, no distrito de Vila Real, pela suspeita do crime de incêndio florestal devido a queimas autorizadas que se terão descontrolado, disse hoje fonte da GNR.
O valor de 100 mil euros apresentado por Carlos Moedas para a limpeza do Rossio não foi considerado demonstrado pelo tribunal. A decisão surge no âmbito do conflito judicial relacionado com os protestos pela habitação no centro de Lisboa.
Uma lei criada em 1974, ainda utilizada para regular os protestos em Portugal, vai ser analisada pelo Tribunal Constitucional. Em causa estão as restrições horárias às manifestações, consideradas incompatíveis com a Constituição pela juíza que autorizou a permanência de manifestantes no Rossio durante a madrugada.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.