CHEGA volta a assinalar rentrée política com jantar no Algarve

O CHEGA voltou a escolher o Algarve para assinalar a sua rentrée política, que será marcada por um jantar em Olhão que contará com um discurso do presidente do partido, André Ventura.

© Folha Nacional

O jantar comício que vai marcar a rentrée do CHEGA vai acontecer na próxima semana, no dia 22 de agosto, num restaurante em Olhão.

De acordo com fonte oficial do partido, o evento está esgotado e são esperadas cerca de 300 pessoas para ouvir o discurso do líder, André Ventura.

O Orçamento do Estado para o próximo ano deverá ser um dos tópicos abordados por Ventura, uma vez que o partido pode ser decisivo para a aprovação do documento.

O Algarve tem sido a escolha do partido nos últimos anos para assinalar a retoma da atividade política após o verão.

Nas últimas eleições legislativas, em março, o CHEGA venceu no distrito de Faro e conseguiu um total de 50 deputados.

O partido vai reabrir também o seu ano político com a IV Academia Política da Juventude CHEGA, que vai decorrer entre 13 e 15 de setembro em São Pedro do Sul (Viseu), com o tema “Contra tudo e contra todos. Como pode a direita vencer eleições”.

Últimas de Política Nacional

O líder do CHEGA acusa comunistas de hipocrisia política e diz que foi durante a geringonça que os portugueses sofreram “uma brutal perda de poder de compra”.
O socialista Miguel Coelho suspendeu hoje o mandato de deputado à Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de investigações sobre adjudicações, inclusive na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior.
Líder do CHEGA fala em “governação de improviso”, acusa Executivo de esconder falhas no SIRESP e diz que famílias continuam abandonadas meses após os estragos provocados pelas tempestades.
O presidente do CHEGA disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.
O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.
O líder do CHEGA criticou hoje a “estratégia caricata” de Luís Montenegro de “recusar em público” as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.
Demitiu-se do cargo, na sexta-feira, o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro. Foi o seu segundo pedido de demissão apresentado no espaço de um mês.
O presidente do CHEGA afirmou esta sexta-feira que “o bloco central de interesses” continua a impedir o apuramento da verdade sobre as FP-25, defendendo no Parlamento que Portugal continua sem conhecer toda a verdade sobre um dos períodos mais polémicos da democracia portuguesa.
O Parlamento aprovou hoje na generalidade uma recomendação do CHEGA que propõe ao Governo a transformação do Dia da Defesa Nacional em semana.