PSP deteve 3.867 pessoas nos primeiros dois meses da operação Verão Seguro 2024

A PSP deteve 3.867 pessoas nos primeiros dois meses da operação “Polícia Sempre Presente – Verão Seguro 2024”, um terço das quais devido a crimes rodoviários, anunciou hoje a corporação.

© Facebook/PSP

 

Num comunicado em que faz um balanço provisório dos primeiros dois meses da operação, que decorre até 15 de setembro, a PSP diz que, das 3.867 detenções, 1.397 foram por crimes rodoviários, designadamente por condução sob o efeito do álcool (702) e por condução sem habilitação legal (694).

Foram ainda detidos 331 suspeitos por crimes contra a propriedade (furtos, roubos e burlas) e 418 por tráfico de estupefacientes, tendo sido apreendidas 298.629 doses individuais de droga.

A PSP destaca ainda a apreensão de 650 armas, das quais 126 armas de fogo, quer como medida cautelar, quer no seguimento das 114 detenções por posse de arma proibida.

Nas ações de policiamento de proximidade que desenvolveu no âmbito da operação “Armas em segurança, tour de verão”, a PSP revela que recolheu 173 armas de fogo, na sua maioria armas associadas à prática cinegética, e 1.523 munições e cartuchos.

A operação “Polícia Sempre Presente – Verão Seguro 2024” pretende reforçar o policiamento de visibilidade e o sentimento de segurança dos cidadãos, e de quem visita o país, nas zonas balneares, residenciais, de maior aglomeração de pessoas, turísticas, de diversão noturna e também nos principais eixos rodoviários.

No que se refere à segurança rodoviária, nos primeiros dois meses de operação, a PSP fiscalizou mais de 108.000 condutores e controlou mais de 277.400 viaturas por radar, das quais 4.679 seguiam em excesso de velocidade.

Foram registadas 33.531 infrações, das quais se destacam 471 por condução sob o efeito do álcool, 942 por uso do telemóvel durante a condução, 3.286 por falta de inspeção obrigatória, 1.033 por falta de seguro, 420 por falta de uso do cinto de segurança e 168 por falta do uso de cadeirinhas para crianças.

Quanto à sinistralidade rodoviária, em dois meses de operação foram registados 9.356 acidentes, dos quais resultaram 3.080 feridos (113 feridos graves e 2967 feridos leves) e 15 vítimas mortais.

Comparando com o período homólogo de 2023 verifica-se um aumento do número de acidentes e das vítimas mortais. Contudo, o número de feridos graves e ligeiros diminuem.

No ano passado foram registados 9,153 acidentes, dos quais resultaram 130 feridos graves, 2.986 feridos ligeiros e nove vítimas mortais.

No comunicado, a PSP aconselha os cidadãos, no período de verão, a ter atenção aos pertences se frequentarem locais com grande aglomeração de pessoas, guardando objetos de valor em bolsos interiores e transportando as mochilas na parte da frente do corpo.

Sugere ainda a planear as deslocações de férias atempadamente, evitando “horas de ponta”, e aconselha a uma condução defensiva e cautelosa, respeitando os limites de velocidade e evitando o consumo de bebidas alcoólicas e o uso de telemóvel durante a condução.

Durante as ausências prolongadas, a PSP apela ainda a que se informe a polícia da área de residência, evitando partilhar essa informação, nomeadamente através das redes sociais.

Últimas do País

O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.