Escola Segura da PSP registou mais de 4.000 ocorrências no último ano letivo

Os agentes do Programa Escola Segura (PES) registaram no último ano letivo mais de 4.000 ocorrências, quase 3.000 das quais de natureza criminal, anunciou hoje a PSP, na véspera do arranque da operação Início do Ano Letivo.

© Facebook/PSP

Segundo dados provisórios registados entre 1 de setembro de 2023 e 15 de agosto último, os agentes do PES registaram 4.044 ocorrências (+5,5% que no ano anterior), das quais 2.915 de natureza criminal e 1.129 não criminais.

Já no ano letivo 2022/23 as ocorrências nas escolas tinham aumentado cerca de 9%, totalizando 3.824, das quais 2.444 criminais e 1.081 de natureza não criminal.

A maioria das ocorrências reportadas no último ano letivo aconteceram no interior do recinto escolar (2.873), e, destas, prevalecem as ocorridas fora da sala de aulas.

Em concordância com os anos anteriores, das ocorrências criminais mais reportadas, destacam-se como crimes mais prevalentes: ofensas à integridade física (1.332); injúrias/ameaças (937) e furtos (468).

A Polícia de Segurança Pública (PSP) vai desenvolver, entre segunda-feira e 20 de setembro, 12 ações em todo o território nacional no âmbito do Programa Escola Segura (PES) com a operação Início do Ano Letivo.

Em comunicado, a PSP refere que iniciou um “policiamento de proximidade” dirigido especificamente à população escolar e aos estabelecimentos de ensino na década de 80, arrancando na segunda-feira a primeira operação deste ano letivo.

Segundo aquela força de segurança, será dedicada “especial atenção à segurança dos 3.150 estabelecimentos de ensino público, privado e cooperativo”, situados por todo o país, bem como dos cerca de 863.000 alunos matriculados nesses estabelecimentos de ensino.

No decorrer da operação, a PSP vai reforçar a sua presença nas imediações dos estabelecimentos de ensino e nos percursos casa-escola e escola-casa dos alunos, professores, auxiliares e pais/encarregados de educação.

Além das Equipas do Programa Escola Segura (EPES), com polícias especificamente formados para concretizar o policiamento de proximidade em ambiente escolar, a PSP mobiliza e complementa a sua atividade com as restantes valências operacionais, como Equipas de Policiamento Auto, de Fiscalização de Trânsito e Segurança Rodoviária e de Investigação Criminal.

Últimas do País

Duas mulheres, de 51 e cerca de 75 anos, morreram hoje no apesar de um automóvel ocorrido no IC1, junto à Aldeia de Palheiros, no concelho de Ourique, distrito de Beja, divulgaram os bombeiros e a Proteção Civil.
Em 2025 houve quase 3.500 pedidos de apoio em Portugal para crianças e jovens principalmente relacionados com elevado sofrimento psicológico, solidão, ideação suicida, pressão na escola com as notas, angustias na escolha da área profissional e ‘bulling’.
A urgência regional de ginecologia e obstetrícia que vai funcionar no Hospital de Loures, abre portas às 09h00 de segunda-feira, sendo a primeira criada no âmbito do novo modelo para responder à falta de profissionais de saúde.
A Infraestruturas de Portugal (IP) já resolveu mais de 90% dos cortes de estradas causados pelas tempestades, cerca de 300, restando cerca de 30 interrupções, adiantou hoje o Ministério das Infraestruturas e Habitação (MIH), em comunicado.
Trinta moradores de um prédio em Setúbal ficaram hoje desalojados na sequência de um incêndio na garagem do edifício, cuja origem está a ser investigada pela Polícia Judiciária (PJ), avançou fonte da Proteção Civil.
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) entregou ao Governo um documento com propostas de alteração para “uma tabela de remuneração digna e justa”, entre outras matérias, para que dê conhecimento à tutela das matérias pendentes, segundo um comunicado.
Vários especialistas em hidráulica denunciaram esta sexta-feira, em Coimbra, a falta de manutenção da obra hidráulica do Baixo Mondego e o antigo presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) Carlos Matias Ramos considerou a obra abandonada.
Os oito estrangeiros detidos na quarta-feira pela Polícia Judiciária (PJ) numa embarcação de pesca, ao largo dos Açores, com 1.800 quilos de cocaína a bordo, vão aguardar o transportador do processo em prisão preventiva, foi hoje revelado.
A pena mais gravosa foi aplicada à mulher, uma empresária de nacionalidade angolana, a qual foi condenada a cinco anos e oito meses de prisão, enquanto o homem, de nacionalidade brasileira, foi punido com uma pena de cinco anos e quatro meses de prisão, segundo um acórdão consultado esta sexta-feira pela agência Lusa.
A Comissão Utentes Fertagus enviou na quinta-feira, 12 de março, à Comissão Europeia uma queixa contra o Estado português por permitir que os passageiros sejam diariamente transportados em condições “fora do padrão europeu” e “com riscos de segurança”.