Filho de Marcelo Rebelo de Sousa segue o caminho da ribalta: fraude fiscal superior a 180 milhões de euros

"El hijo del presidente de Portugal" é a forma como o filho do atual Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, é mencionado numa recente troca de mensagens que está a suscitar a atenção das autoridades espanholas num alegado caso de fraude fiscal que ultrapassa a impressionante quantia de 180 milhões de euros.

Nuno Rebelo de Sousa volta a ser notícia, desta vez em Espanha, onde foi citado numa alegada troca de mensagens que está a ser investigada. Estas comunicações foram entre o ex-presidente do Zamora FC, Víctor de Aldama, e um empresário do sector dos hidrocarbonetos, Cláudio Rivas, levantando sérias questões sobre a natureza e a extensão das alegações.

A informação sobre este caso, que tem sido amplamente divulgada por vários meios de comunicação espanhóis, indica que a investigação está centrada numa mega fraude fiscal, cujo valor total atinge a soma de 182 milhões de euros. A gravidade da situação torna-se ainda mais evidente à medida que os detalhes vão surgindo.

No cerne do processo, conhecido pelo nome de ‘Koldo’, encontra-se uma operação voltada para a expansão das atividades da Villafuel, uma rede de postos de combustível, para o território português. Esta tentativa de expansão levanta questões sobre a legalidade e a ética das práticas comerciais envolvidas.

Em declarações à revista SÁBADO, Nuno Rebelo de Sousa afirmou que “não conhece o referido senhor” e que todo o processo “é-lhe completamente alheio”. Estas declarações, em relação às atividades em questão, revelam a tentativa de afastamento de qualquer associação com os envolvidos no processo.

Últimas do País

André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.
A GNR registou 193 crimes de burla por falso funcionário, com recurso à usurpação de identidade de forças de segurança e órgãos de polícia criminal, entre janeiro de 2024 e 31 de maio de 2026.
Hugo Dias, um homem de 47 anos em situação de sem-abrigo, morreu após ser agredido a murro e pontapé em Almada. O Tribunal da Relação condenou os dois envolvidos a penas de prisão suspensas, apesar do desfecho fatal.
Emails associados ao processo das gémeas luso-brasileiras revelam a intervenção do presidente do Infarmed, que terá encaminhado um pedido para responsáveis do Hospital de Santa Maria.
Um homem de 35 anos, procurado pela Justiça marroquina por suspeitas de integrar uma rede criminosa dedicada à imigração ilegal, foi extraditado de Portugal para Marrocos. O suspeito, detido em Cascais pela Polícia Judiciária, terá participado num esquema que cobrava elevadas quantias para facilitar a entrada irregular de pessoas em Espanha.
Milhares de crianças e jovens com necessidades educativas especiais estão em risco de ficar sem apoio especializado, pois os Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) continuam sem saber qual será o financiamento para o ano letivo.