Via Verde aumenta preços das várias modalidades de serviços em 2025

A Via Verde vai aumentar os preços em 2025, passando as mensalidades das modalidades “Mobilidade” e “Mobilidade Leve” de 1,14 euros e 1,43 euros, respetivamente, para 1,25 euros e 1,59 euros, segundo a nova tabela disponível ‘online’.

© Via Verde

De acordo com o novo preçário disponibilizado no ‘site’ da Via Verde, a modalidade de subscrição “Autoestrada” passa de um valor mensal de 0,52 euros para 0,53 euros.

Estes valores pressupõem um desconto promocional que implica a adesão ao extrato eletrónico, sendo mais elevados caso o cliente prefira receber o extrato em papel.

A Via Verde é um sistema de cobrança eletrónica de portagens e outros serviços adicionais, através do aluguer ou compra de um identificador que é colocado no vidro da viatura.

Destinada aos “clientes frequentes que querem utilizar vários serviços” disponibilizados pela Via Verde – autoestradas, estacionamento, carregamentos elétricos, abastecimento, ‘drive-thru’ e ‘ferries’ – a modalidade de subscrição “Mobilidade” verá o respetivo preço mensal (com extrato digital) aumentar de 1,14 euros para 1,25 euros. Caso o cliente opte pelo pagamento anual, o valor passa de 13,35 euros para 14,49 euros.

Já no caso da modalidade “Mobilidade Leve”, dirigida aos “clientes ocasionais que querem utilizar vários serviços”, só pagando nos meses em que os utilizam, o preço mensal (com extrato digital) passará de 1,43 euros para 1,59 euros.

Quanto à subscrição “Autoestrada”, para clientes que apenas usam o identificador Via Verde nas autoestradas, passa de um valor mensal (com extrato digital) de 0,52 euros para 0,53 euros e de uma anuidade de 6,12 euros para 6,25 euros.

Caso o cliente prefira receber extratos em papel, a modalidade “Mobilidade” aumenta, em 2025, para um valor mensal de 1,75 euros (face aos atuais 1,64 euros) e uma anuidade de 20,49 euros (19,25 euros atualmente).

Já a modalidade “Mobilidade Leve” sobe de um valor mensal de 1,93 euros para 2,09 euros e a modalidade “Autoestrada” aumenta um cêntimo para 1,03 euros em caso de pagamento mensal e sobe 0,23 cêntimos para 12,25 euros no pagamento anual.

No que se refere à modalidade de compra do identificador, os preços mantêm-se: 45 euros ou 37,5 euros com desconto promocional por adesão ao extrato eletrónico.

Últimas de Economia

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) esclareceu esta segunda-feira que as medidas extraordinárias no setor energético aplicáveis aos clientes afetados pelo mau tempo, como o pagamento fracionado das faturas de luz e gás, vigoram até 30 de abril.
O sentimento económico recuou em março, pelo segundo mês consecutivo, tanto na zona euro quanto na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pela Comissão Europeia.
Cerca de 24% das novas operações de crédito para habitação própria permanente tiveram um financiamento acima de 90%, impulsionado pela garantia pública, num valor equivalente ao anterior à entrada em vigor de medidas macroprudenciais, divulgou esta segunda-feira o Banco de Portugal.
Os contribuintes têm até à próxima terça-feira para reclamar do valor das despesas assumidas pelo fisco para o cálculo de deduções à coleta de IRS referentes às despesas gerais familiares e pela exigência de fatura.
O indicador de confiança dos consumidores caiu em março para o valor mais baixo desde dezembro de 2023, enquanto o de clima económico recuou para mínimos de um ano, num período marcado pela guerra no Médio Oriente.
A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em maio terminou esta sexta-feira no mercado de futuros de Londres em alta de 4,22%, para 112,57 dólares, o valor mais alto desde julho de 2022.
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje com força a dois, cinco e 10 anos face a quinta-feira, no prazo mais curto para máximos desde julho de 2024 e nos dois mais longos para máximos desde outubro de 2023.
O presidente do CHEGA considerou que "é sempre positivo" quando a economia portuguesa regista um excedente orçamental, mas exigiu que o Governo tome mais medidas para aliviar o aumento dos preços na sequência do conflito no Médio Oriente.
Os bancos tinham emprestados, no final de 2025, 34,3 mil milhões de euros a empresas e famílias dos concelhos colocados em situação de calamidade na sequência da tempestade Kristin, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
O 'stock' de empréstimos para habitação cresceram pelo 25.º mês consecutivo em fevereiro, com um aumento homólogo de 10,4%, atingindo 111.658 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).