Traficante de droga e imigrante ilegal detidos durante transação na Mouraria

Dois homens, de 43 e 30 anos, foram detidos em flagrante pela Polícia de Segurança Pública (PSP) na freguesia de Santa Maria Maior, enquanto se preparavam para realizar uma transação de estupefacientes.

©D.R.

“No decorrer de uma operação destinada a localizar e deter suspeitos envolvidos no crime de tráfico de estupefacientes, e após alguns minutos de observação, os agentes conseguiram surpreender em flagrante delito um homem a transacionar estupefacientes em troca de uma determinada quantia monetária”, explicou a PSP num comunicado enviado esta quinta-feira às redações.

Durante a operação, que decorreu na tarde de 25 de novembro, a PSP apreendeu cinco doses individuais de haxixe, seis doses individuais de liamba, 108,85 euros em numerário e dois dólares norte-americanos.

“Uma testemunha, que estava no local para adquirir substâncias estupefacientes”, foi detida por se encontrar “irregular em território nacional”, conforme indicou a autoridade policial.

O imigrante em situação irregular “foi encaminhado para as salas de detenção, a fim de ser apresentado à Autoridade Judiciária e, posteriormente, conduzido ao Centro de Instalação Temporária”.

“O primeiro detido, acusado do crime de pequeno tráfico de estupefacientes, foi libertado e notificado para comparência no juízo local de pequena criminalidade, para que se proceda ao julgamento”, conclui o comunicado.

A freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa, é uma das localidades que mais tem preocupado o país devido ao elevado número de crimes, que podem estar relacionados com a significativa presença de imigrantes na zona.

Assaltos, tráfico de droga e ocupações ilegais já levaram, no passado, a própria junta de freguesia, presidida pelo socialista Miguel Coelho, a organizar uma sessão pública para denunciar “a insegurança” vivida nesta área do centro histórico de Lisboa.

“Estamos a ser confrontados (…) com um conjunto de situações, incidentes, relatos que (…) têm a ver com uma situação de grande intranquilidade e insegurança nas ruas e praças da freguesia de Santa Maria Maior, em particular na Mouraria”, afirmou o autarca em declarações telefónicas à Lusa, admitindo que “isto é um assunto difícil para a esquerda”.

 

Últimas do País

O movimento Missão Escola Pública (MEP) rejeitou hoje “a diminuição das exigências de qualificação” para ensinar no 1.º ciclo, reagindo a uma proposta apresentada há dois dias pelo Ministério da Educação aos sindicatos de professores.
Um homem de 62 anos atacou outro com uma faca, atingindo-o no peito e tentando desferir novos golpes. A intervenção de pessoas que estavam no local impediu a continuação da agressão. O suspeito foi detido pela PSP e ficou em prisão preventiva.
O casal acusado de ter roubado, sequestrado e matado um homem de 80 anos em Aljustrel começa a ser julgado na terça-feira, segundo fontes judiciais.
Uma chamada de atenção pelo barulho na rua terminou numa agressão violenta em Miragaia, no Porto. Um morador foi atacado a murro, pontapé e com uma arma branca, ficando em perigo de vida. A Polícia Judiciária deteve três jovens, com idades entre os 17 e os 18 anos.
As listas de espera para operações continuam a aumentar no Serviço Nacional de Saúde. Em julho, mais de 284 mil pessoas aguardavam uma intervenção cirúrgica e cerca de uma em cada três já tinha ultrapassado o tempo recomendado. Médicos alertam para o sofrimento dos doentes e administradores hospitalares apontam falhas na gestão e na orientação do Governo.
A greve de hoje dos técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica da ULS Amadora-Sintra registou uma adesão elevada, atingindo os 80% e os 100% em vários serviços, segundo o presidente do sindicato do setor.
A Escola Básica de Ribeirão, em Vila Nova de Famalicão, está encerrada hoje e sexta-feira, na sequência de uma praga de pulgas, anunciou a diretora do agrupamento.
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) registou mais de 6.700 casos suspeitos de acidente vascular cerebral (AVC) este ano, uma média de 26 situações por dia, números que têm vindo a aumentar desde 2024.
Profissionais das duas forças de segurança saem à rua na capital para reivindicar melhorias salariais e contestar as condições remuneratórias.
Portugal regista, em média, uma tentativa de homicídio com arma de fogo a cada 48 horas, de acordo com dados noticiados pelo Jornal de Notícias.