INEM chega às 1,5 milhões de chamadas atendidas

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) chegou hoje às 1,5 milhões de chamadas atendidas nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), um valor em linha com os dados registados nos últimos dois anos, divulgou este organismo nacional.

© INEM

Em comunicado, o INEM – organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica – refere que, em 2024, o CODU atendeu 4.120 chamadas por dia, cerca de 171 chamadas por hora.

No total, são 1.5 milhões de chamadas, entre as quais as recebidas via 112 para assistência a vítimas de acidente ou doença súbita, os pedidos de triagem por parte dos parceiros no Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM), e as chamadas transferidas diretamente pela linha SNS24.

“O INEM recorda a importância da utilização adequada dos serviços de emergência e apela à colaboração dos contactantes durante as chamadas”, reforça o instituto que aproveita para esclarecer que as chamadas efetuadas para o Número Europeu de Emergência, o 112, são atendidas em primeira linha nos Centros Operacionais 112, geridos pelas Forças de Segurança.

Posteriormente, o 112 encaminha para os CODU do INEM todas as situações que digam respeito a saúde, competindo à central médica do INEM avaliar todos os pedidos recebidos, com o objetivo de determinar os recursos necessários e adequados a cada ocorrência.

Os CODU funcionam 24 horas por dia com equipas de profissionais, entre os quais técnicos de emergência pré-hospitalar, médicos, enfermeiros e psicólogos.

“A colaboração do cidadão é fundamental”, sublinha o INEM.

A quem liga é aconselhado que informe a localização exata e, sempre que possível, com indicação de pontos de referência, o número de telefone do qual está a ligar, o tipo de situação (doença, acidente, parto, por exemplo), número, sexo e idade aparente das pessoas a necessitar de ajuda, bem como, se possível, as queixas principais e as alterações que observa.

O INEM reforça, ainda, que os meios de emergência médica pré-hospitalares devem ser utilizados apenas em situações de emergência, ou seja, situações onde exista perigo de vida iminente.

No caso de não ser necessário enviar uma ambulância ou qualquer outro meio de emergência, as chamadas serão encaminhadas para o SNS24, que procederá ao aconselhamento adequado à situação.

“O ano que agora termina revestiu-se de vários desafios para o INEM, superados com a dedicação dos seus profissionais, com a colaboração dos seus parceiros, mas também dos cidadãos, que todos os dias reforçam a sua confiança nos serviços prestados pelo instituto”, termina o comunicado.

Últimas do País

Mais de 50 concelhos do interior, de oito distritos de Portugal, enfrentam hoje perigo máximo de incêndio, no dia em que se espera descida da temperatura
Presidente do CHEGA considera que o ministro da Administração Interna não reúne condições para continuar no cargo, critica as explicações prestadas na primeira conferência de imprensa realizada após serem conhecidos os casos polémicos que o envolvem e apela à intervenção do Presidente da República.
A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve tem por cobrar 1.234.358 euros relativos a serviços prestados a pessoas estrangeiras não residentes em Portugal, em 2023 e 2024, revela uma auditoria da Inspeção-Geral de Atividades em Saúde (IGAS).
Um homem, de 23 anos, foi detido pela PSP e ficou em prisão preventiva por suspeitas de ter agredido a ex-companheira, de 39, depois de ter forçado a entrada na sua casa, em Beja, foi hoje divulgado.
O Tribunal de Ponte de Lima decretou prisão preventiva para um jovem de 27 anos, suspeito de atear cinco focos de incêndio em Ponte de Lima, "num curto espaço de tempo", revelou hoje a GNR.
O Governo está a preparar uma nova Estratégia Nacional para as Comunidades Ciganas, com medidas nas áreas da educação, habitação, emprego, saúde, associativismo e mediação intercultural, mas continua sem revelar quanto custará o plano aos contribuintes.
O acolhimento de cada refugiado em Portugal pode representar uma despesa pública próxima dos 12 mil euros por ano, considerando os custos com alojamento, alimentação, acompanhamento social e acesso aos cuidados de saúde.
Português de 41 anos fugiu após o homicídio, ocorrido em agosto do ano passado, mas acabou localizado no sul de França. Foi extraditado para Portugal e ficou em prisão preventiva.
A Câmara de Manteigas está a efetuar interrupções programadas no abastecimento de água na zona norte da sede do concelho na sequência da redução do caudal das nascentes que abastecem um dos reservatórios que servem aquela vila.
Operação em Loulé e Albufeira terminou com três detenções, dezenas de buscas e a apreensão de droga, dinheiro, notas falsas e material usado no tráfico. Outros três suspeitos foram constituídos arguidos.