PJ detém mulher por suspeita de crimes do esquema “Olá, pai/Olá, mãe”

A Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje uma mulher estrangeira de 25 anos, suspeita de crimes de burla qualificada, falsidade informática e branqueamento relacionados com o esquema ‘Olá, pai/Olá, mãe” e que renderam dezenas de milhares de euros.

© Facebook da PJ

“A investigação, liderada pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T) da PJ, em cooperação com o Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Amadora, iniciou-se em meados de 2024, tendo as várias diligências, efetuadas no âmbito da recolha de informação e a respetiva análise, resultado na identificação da suspeita em pelo menos nove inquéritos”, adiantou a PJ em comunicado.

Os crimes terão permitido “ilicitamente obter lucros que, até ao que foi possível apurar até à data, ascendem a dezenas de milhares de euros”.

A busca domiciliária realizada permitiu a apreensão de diversos equipamentos informáticos e de comunicações que vão ser alvo de perícias e a detida vai ainda ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.

A PJ recorda em comunicado que o ‘modus operandi’ deste tipo de burla “traduz-se num esquema fraudulento onde os agentes do crime contactam as vítimas, através da aplicação WhatsApp, fazendo-se passar ardilosamente pelo(a) filho(a) ou familiar próximo das mesmas, ainda que através de um novo número de telefone (com a referência de que o telefone/cartão se avariou), usando (por ser fácil de obter nas redes sociais) fotos de perfil desse filho(a)/familiar”.

A PJ aconselha nestes casos a nunca dar como garantido que a mensagem recebida foi de facto enviada pelo filho ou familiar, sugerindo um contacto telefónico direto, permitindo a confirmação por voz da autenticidade ou falsidade da mensagem, reiterando ainda que não devem ser feitas transferências de dinheiro sem a certeza absoluta da identidade do destinatário e que em caso de dúvida deve ser contactado o piquete da PJ.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.