Mais de 15 mil docentes assinam petição a pedir urgente valorização da carreira

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) vai entregar na sexta-feira uma petição no parlamento com mais de 15 mil assinaturas de docentes que apelam à “urgente valorização da carreira docente”.

©FENPROF

“Apesar de só serem necessárias 7.500 assinaturas, são mais de 15.000 os docentes que subscreveram uma petição sobre a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD)”, revela a Fenprof em comunicado.

A petição, que correu sob a forma de abaixo-assinado, começa por recusar que o ECD possa vir a ser lei, em vez de decreto-lei, uma reivindicação que já foi assegurada em dezembro pelo ministério da Educação.

No entanto, a petição pede que o processo negocial respeite a Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, no que toca à negociação coletiva, e que as reuniões para a eventual assinatura de acordo “decorram em mesa única ou em mesas simultâneas”.

A estrutura sindical sublinha que a atual legislação garante que “nenhuma organização poderá ser excluída ou ter tratamento distinto ao longo do processo negocial” caso reúna um de dois requisitos, sublinhando que “a Fenprof reúne os dois”.

A petição também reitera a necessidade de o estatuto “ser revisto e valorizado até final do ano letivo” e assinala as diversas áreas que deverão estar em cima da mesa das negociações, que vão desde a estrutura da carreira, à escala indiciária, transição entre carreiras ou a aposentação.

A Fenprof diz que estas matérias não estavam contempladas no protocolo, sendo essa uma das razões que levaram a que não assinasse esse protocolo.

Últimas do País

Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores vão adiantar os relógios uma hora na madrugada de domingo, dando início ao horário de verão.
Garcia Pereira pede ao Ministério Público que avance com acusação por discriminação e incitamento ao ódio, reabrindo o debate em torno dos cartazes do CHEGA sobre imigração e comunidade cigana.
Os serviços de apoio domiciliário são considerados essenciais para manter as pessoas em casa e combater a solidão, mas enfrentam escassez de profissionais, baixos salários e limitações que impedem uma resposta às necessidades mais complexas, revela hoje um estudo.
A atuação do Estado português durante a pandemia de covid-19 está novamente sob escrutínio, após a divulgação de contratos assinados com farmacêuticas que reconhecem incertezas quanto à segurança e eficácia das vacinas no momento da sua aquisição.
Uma grávida transportada do Barreiro deu à luz antes de entrar no serviço de urgência do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, confirmou à Lusa a instituição, adiantando que mãe e bebé estão bem.
Um jovem de 17 anos foi esfaqueado na tarde de quinta-feira, em Camarate, no concelho de Loures, depois de uma discussão com outro jovem, alegadamente por motivos fúteis.
As instalações da GNR de Vila Nova de Famalicão vão ser alvo de uma "intervenção urgente", orçada em 421 mil euros, para acudir, sobretudo, ao problema das infiltrações, anunciou hoje o município.
O médico Vítor Almeida afirmou hoje que recusou liderar o INEM em 2024 devido à falta de garantias do Ministério da Saúde sobre o serviço de helicópteros de emergência médica, alegando que a solução passava por ajuste direto.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) detetou no ano passado quase 73 mil veículos a circular sem inspeção obrigatória, uma média que ronda os 200 por dia, e um em cada quatro foi em Lisboa e Porto.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) inicia hoje a operação “Polícia Sempre Presente: Páscoa em Segurança 2026”, reforçando a visibilidade nos grandes centros urbanos e a segurança rodoviária, informou hoje aquela força de segurança.