2.500 alunos vão fazer exames em meio digital da Universidade de Coimbra

Cerca de 2.600 alunos da Universidade de Coimbra (UC) vão fazer, na atual época de exames, avaliações digitais através de 'tablets' e da plataforma UC Exams, um 'software' desenvolvido de raiz por aquela instituição de ensino superior.

© D.R.

A solução tecnológica permite que, em alguns casos, como nas escolhas múltiplas, os alunos conheçam os resultados das provas imediatamente após a sua conclusão, existindo a possibilidade de realizar os exames à distância ou na Universidade, anunciou a UC, numa nota enviada à agência Lusa.

Este sistema, implementado há dois anos na Faculdade de Medicina, está já a ser adotado por outras faculdades da UC, como as Faculdades de Psicologia e Ciências da Educação, Farmácia e Direito.

Desde 2022, já foram realizados mais de 7.500 exames neste modelo, número que a Universidade pretende repetir até ao final do ano letivo 24/25, totalizando 15 mil provas.

“Esta solução está ativa em quatro faculdades e estamos empenhados em reaplicá-la no maior número de instituições possível”, afirmou o reitor da UC, Amílcar Falcão, citado na nota.

A solução tecnológica desenvolvida por aquela Universidade, no âmbito da criação de um ecossistema digital para abranger todas as faculdades, possibilita aos professores acompanharem as provas em tempo real e acederem às respostas dos alunos em simultâneo à realização do exame.

O sistema, designado ‘all-in-one’, permite também que cada aluno faça um teste diferente, sempre dentro do mesmo grau de dificuldade.

O acesso ao exame é feito a partir da plataforma da UC, com um QR Code, e, em caso de bloqueio, nada na prova é perdido, nem mesmo se houver uma desconexão à ‘internet’.

O ‘software’ começou a ser desenvolvido em 2020, tendo em vista que a implementação destas tecnologias inovadoras e facilitadoras aumenta a atratividade da Universidade de Coimbra.

A nível nacional, diversos médicos do internato geral recorrem a este modelo de avaliação da UC e, desde 2022, mais de 3.700 médicos realizaram cerca de 22 mil provas digitais.

“Este projeto é muito útil para os estudantes de medicina, uma vez que o sistema permite a visualização das imagens com boa resolução,” defendeu o diretor da Faculdade de Medicina da UC, Carlos Cordeiro.

Últimas do País

Cerca de 11 mil clientes da E-Redes nas localidades afetadas pela depressão Kristin, que passou pelo continente em 28 de janeiro, continuou pelas 08h00 de hoje sem energia elétrica, informou hoje a empresa.
Lares sem eletricidade, centros de saúde encerrados, falhas no abastecimento de água e hospitais a adiar consultas e cirurgias. Foi este o cenário que se viveu em várias regiões do país após o apagão e a sequência de tempestades que atingiram Portugal nas últimas semanas.
Mais de nove mil bebés nascidos em 2025 têm mãe brasileira. A imigração já representa 28% da natalidade nacional, o valor mais elevado de sempre.
A Secretaria-Geral do Governo assinou dois dias antes do Natal um contrato para assegurar SportTV ‘premium’ no Palacete de São Bento e no Parlamento. O acordo prolonga-se por três anos e meio.
A circulação nas linhas ferroviárias do Norte, da Beira Baixa, Beira Alta, do Douro, Oeste e Urbanos de Coimbra continua hoje com constrangimentos ou suspensas em alguns troços na sequência do mau tempo das últimas semanas, segundo a CP.
A PSP deteve na sexta-feira, na freguesia de Campo de Ourique, três homens e uma mulher, entre os 23 e 55 anos, por serem suspeitos de tráfico de droga e apreenderam mais de duas mil doses de heroína e cocaína.
A melhoria do estado do tempo está a proporcionar um desagravamento das situações de cheia, menos rápido nas zonas mais afetadas, com os deslizamentos de terra a merecerem uma especial preocupação das autoridades, segundo o comandante nacional da Proteção Civil.
A Comissão de Utentes da Saúde de Braga alertou hoje que vários utentes oncológicos do Hospital de Braga estão sem medicamentos desde quinta-feira, mas o hospital nega "rutura de fármacos" e diz que há "apenas uma gestão criteriosa".
As águas estão a baixar consideravelmente no vale do Mondego, mas ainda vai demorar algumas semanas até a situação normalizar, disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, José Veríssimo.
A Casa do Douro alertou hoje para a “situação de emergência vívida” nesta região, onde o mau tempo destruiu vinhas, derrubou muros e taludes e pediu apoios urgentes para os viticultores, independentemente do município.