Número de notas falsas retiradas cresce quase 19% em 2024

O número de notas falsas retiradas de circulação, no ano passado, cresceu 18,6%, face a 2023, para 554.000, sobretudo de 20 e 50 euros, de acordo com o Banco Central Europeu (BCE).

© D.R

“O número de notas falsas aumentou em comparação com os anos anteriores, nos quais foi excecionalmente baixo após a pandemia de covid-19”, indicou, em comunicado, o BCE.

As notas de 20 e de 50 euros foram as mais contrafeitas, representando 75% do número total.

O BCE indicou que 97,8% das notas contrafeitas foram detetadas em países da área do euro.

Por sua vez, 1,3% das notas foram encontradas em Estados-membros da União Europeia não pertencentes à área do euro e 0,9% em outras partes do mundo.

“A probabilidade de receber uma nota contrafeita é baixa, uma vez que o seu número é muito reduzido comparativamente às notas do euro autênticas em circulação”, referiu.

No total, em 2024, foram detetadas 18 notas falsas por cada milhão de notas autênticas em circulação.

Últimas de Economia

O Conselho das Finanças Públicas (CFP) estima que a inflação vai acelerar para 2,9% em 2026, nomeadamente devido ao aumento dos preços da energia, segundo as projeções divulgadas hoje.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em baixa a previsão para o saldo orçamental de Portugal, de nulo (0,0%) no relatório de outubro de 2025 para um défice de 0,1%, nas previsões divulgadas hoje.
Entre 2026 e 2038, o Estado enfrentará encargos elevados com a dívida pública, com impacto direto na capacidade de financiamento de Portugal.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que o preço das matérias-primas energéticas deve subir 19% em 2026, devido ao impacto do conflito no Médio Oriente.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu hoje em baixa a estimativa de crescimento da economia portuguesa, de 2,1% para 1,9% este ano.
Os aeroportos nacionais movimentaram em fevereiro um novo máximo histórico de 4,5 milhões de passageiros, mais 3,3% em termos homólogos, acumulando uma subida de 3,7% desde início do ano, para 8,876 milhões, divulgou hoje o INE.
O mês de abril “deverá ser ainda pior do que março” para o setor da energia, mesmo que a guerra no Irão encontre rapidamente uma conclusão, alertou hoje o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol.
As rendas das casas por metro quadrado aumentaram 5,1% em março face ao mesmo mês de 2025, menos 0,1 pontos percentuais do que em fevereiro, tendo todas as regiões registado crescimentos homólogos, informou hoje o INE.
A taxa de inflação acelerou para 2,7% em março, mais 0,6 pontos percentuais do que em fevereiro, refletindo sobretudo o aumento do preço dos combustíveis, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O preço do gás natural para entrega a um mês no mercado holandês TTF, de referência na Europa, subiu hoje 8,60%, atingindo 47,66 euros por megawatt-hora (MWh).