Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos assume hoje o segundo mandato

O atual bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, Hélder Mota Filipe, toma hoje posse para um segundo mandato, depois da lista que encabeçou ter vencido as eleições, que decorreram por voto eletrónico entre 01 e 08 de fevereiro.

© LUSA/ANTÓNIO COTRIM

Contados os 5.800 votos, a Lista A, a única e liderada por Hélder Mota Filipe, venceu com mais de 80% dos votos expressos para a direção nacional.

A afluência às urnas foi de 28,9%.

A Lista A venceu igualmente com mais de 80% as eleições para os conselhos jurisdicional, nacional e de supervisão.

Alargar os serviços prestados nas farmácias a situações de pouca gravidade, como algumas infeções urinárias, era uma das propostas da lista única de Mota Filipe, que em declarações à agência Lusa, na véspera das eleições, disse que este alargamento pode ajudar a aliviar a pressão nas urgências hospitalares e nos cuidados de saúde primários.

“É uma tendência dos países desenvolvidos alargar os serviços prestados por farmacêuticos, obviamente, dentro da área de competência”, afirmou Hélder Mota Filipe, sublinhando: “Muitas destas situações podem ser resolvidas pelo farmacêutico comunitário (…), com protocolos predefinidos, sempre em condições de qualidade e segurança”.

Nas propostas da lista estavam também as competências em Saúde Pública, Investigação Clínica, Medicina Farmacêutica e Gestão em Saúde, abrindo a possibilidade de criar outras, como os Cuidados Paliativos.

“Hoje vivemos uma transformação imensa no arsenal terapêutico (…) que leva à necessidade de ter farmacêuticos diferenciados para melhor poderem acompanhar a jornada do doente e melhor darem aporte nas equipas multidisciplinares de saúde”, disse na altura o responsável.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.