ASAE apreende na Maia artigos de desporto contrafeitos no valor de 2,5 milhões

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu 25.416 artigos de desporto contrafeitos, num valor total superior a 2,5 milhões de euros, num estabelecimento retalhista no concelho da Maia, foi hoje anunciado.

© Facebook\asae.gov.pt

Em comunicado, a ASAE informou que uma operação de prevenção criminal, que designou “Operação Olimpo”, no âmbito do “combate à violação dos direitos de propriedade industrial, designadamente quanto ao crime de contrafação, imitação e uso ilegal de marca” num estabelecimento do concelho da Maia, “suspeito de comercializar artigos de origem contrafeita”, levou também à detenção, “em flagrante delito”, de dois suspeitos.

Os detidos, de nacionalidade estrangeira, fazem parte, alegadamente de “uma vasta estrutura criminosa”, adiantou a ASAE, acrescentando que, na ocasião, foram “recolhidos diversos elementos probatórios relativos à prática dos ilícitos criminais, bem como apreendidas duas viaturas de alta cilindrada e 25.416 artigos de desporto contrafeitos, num valor total superior a 2,5 milhões de euros”.

“Este grupo operava por via aérea e terrestre, recorrendo a transportadoras internacionais, pagamentos digitais, moradas e identidades falsas, para introduzir na Península Ibérica produtos contrafeitos e falsificados. Estes artigos eram posteriormente distribuídos nos mercados regulares de Portugal e Espanha, onde eram vendidos a preços elevados como se fossem legítimos e autênticos”, acrescenta a ASAE no comunicado.

Segundo a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, “foi instaurado o correspondente processo-crime por fraude sobre mercadorias, contrafação e uso ilegítimo de marca”.

A ASAE esclarece, também, que “a contrafação constitui um crime precedente do branqueamento de capitais e está frequentemente associado a infrações do foro tributário, laboral e ambiental, com elevado impacto nestes domínios”.

Últimas do País

Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.
Oito homens ficaram feridos numa sucessão de episódios violentos entre Loures, Lisboa e Amadora. Três vítimas de esfaqueamento ficaram em estado grave e outro homem foi baleado durante uma festa. PSP investiga as ocorrências e procura identificar os responsáveis.
A menos de um mês do arranque do ano letivo, há mais quartos disponíveis para os estudantes deslocados, mas o aumento da oferta face ao ano passado não se traduziu numa redução do preço das rendas.
Auditoria colocou mais de 12 milhões de euros em pagamentos da RTP sob escrutínio. Marisa Garrido recebeu suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da estação pública e o CHEGA quer respostas: “Quem decidiu? Quem recebeu? Quem fiscalizou?”
Um total de 13 distritos de Portugal continental estarão hoje sob aviso amarelo por risco de aguaceiros por vezes fortes e trovoada, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os técnicos do INEM querem que o instituto desista de transformar as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em veículos ligeiros, que retira capacidade de transporte de doentes, e alargue a rede de ambulâncias de emergência até final de 2027.
Partido liderado por André Ventura defende que a gratuitidade dos manuais escolares seja alargada aos alunos do ensino privado.
O Ministério Público acusou quatro homens, entre os 30 e os 46 anos, por tráfico de droga, detenção ilegal de arma proibida, recetação e falsificação ou contrafação de documento, no concelho de Portalegre, foi hoje anunciado.