Oito distritos sob aviso amarelo e 4 sob aviso laranja por chuva e agitação do mar

Oito distritos de Portugal Continental vão estar sob aviso amarelo a partir do final da tarde de domingo devido à chuva e quatro estarão sob aviso laranja devido à agitação marítima na segunda-feira, segundo o IPMA.

© D.R.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os distritos de Beja, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal vão estar sob aviso amarelo a partir do final da tarde de domingo devido à “chuva por vezes forte”, associada à depressão Laurence.

O aviso amarelo vigora a partir das 18:00 de domingo em Beja, Faro, Lisboa e Setúbal e a partir das 21:00 em Évora, Leiria, Portalegre e Santarém.

Em Lisboa e Setúbal, este alerta termina às 00:00 de segunda-feira, enquanto nos restantes distritos se prolonga até às 03:00.

Já a partir das 15:00 de segunda-feira será a agitação marítima a deixar sob aviso amarelo os distritos de Beja, Coimbra, Faro, Leiria, Lisboa e Setúbal, subindo este alerta para o nível laranja em Beja, Faro, Lisboa e Setúbal entre as 18:00 de segunda-feira e as 06:00 de terça-feira.

O aviso laranja é emitido pelo IPMA sempre que existe situação meteorológica de risco moderado a elevado.

O aviso amarelo, o menos grave de uma escala de três, é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Para hoje, o IPMA prevê hoje para o Continente céu com períodos de muita nebulosidade, tornando-se geralmente muito nublado a partir do final da tarde.

São aguardados aguaceiros em especial a partir da tarde, que serão de neve acima de 1.000/1.200 metros de altitude, e a formação de gelo ou geada no interior.

Na costa ocidental, o mar apresenta ondas de noroeste com dois a três metros, diminuindo para um a dois metros, enquanto na costa sul as ondas serão de sudoeste com um a dois metros, diminuindo para um metro.

As temperaturas irão variar entre a máxima de 16 graus em Setúbal, Faro e Sagres e a mínima de -2 em Bragança.

Últimas do País

O valor de 100 mil euros apresentado por Carlos Moedas para a limpeza do Rossio não foi considerado demonstrado pelo tribunal. A decisão surge no âmbito do conflito judicial relacionado com os protestos pela habitação no centro de Lisboa.
Uma lei criada em 1974, ainda utilizada para regular os protestos em Portugal, vai ser analisada pelo Tribunal Constitucional. Em causa estão as restrições horárias às manifestações, consideradas incompatíveis com a Constituição pela juíza que autorizou a permanência de manifestantes no Rossio durante a madrugada.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.