X suspende conta de André Ventura após vídeo de roubo de ciganos

A conta do Presidente do CHEGA, André Ventura, na rede social X foi hoje suspensa, após a publicação de um vídeo onde pessoas de etnia cigana cometiam assaltos em plena luz do dia.

© Folha Nacional

“Estamos em período eleitoral, é inadmissível. Tenho milhares de seguidores e fiquei impedido de fazer publicações”, afirmou André Ventura.

No vídeo em questão, era possível ver duas mulheres de etnia cigana a fugir após terem cometido um roubo, enquanto um outro elemento da mesma comunidade, do sexo masculino, aguardava mais à frente numa carrinha branca. O episódio terá ocorrido em Palmela.

A conta de André Ventura terá sido suspensa por volta das 16 horas desta terça-feira e, ao contrário de outras ocasiões em que foi suspensa, a rede social não indicou qualquer prazo para o eventual restabelecimento da conta.

André Ventura afirmou que pretende apresentar queixa junto da rede social X, por considerar que esta medida vai “contra a liberdade de expressão”.

Através das restantes redes sociais, o Presidente do CHEGA declarou que, estando o país à beira de eleições, “temos de deixar de proteger os mesmos coitadinhos de sempre, sejam eles ciganos, imigrantes ou portugueses”, concluindo que “isto não é liberdade de expressão, continua a ser a perseguição do sistema a quem diz a verdade”.

“Isto não é uma questão de racismo nem de xenofobia. É uma questão de os ciganos não cometerem crimes, porque, se não o fizerem, não há nada para divulgar nem vídeos para mostrar”, afirmou.

“É exigir responsabilidades a quem comete crimes, ser duro com esses indivíduos e acabar com a bandalheira”, concluiu André Ventura.

Últimas de Política Nacional

O constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia considerou hoje que o Tribunal Constitucional impediu a aplicação de uma medida que a Constituição já permite, ao declarar inconstitucional o decreto que instituía a perda de nacionalidade para crimes graves.
Num país onde a maioria dos portugueses luta para chegar ao fim do mês, o CHEGA questiona como é possível existirem funcionários de organismos públicos a ganhar mais do que o próprio Primeiro-Ministro.
André Ventura considerou esta terça-feira que o primeiro-ministro “não pode pedir” ao CHEGA para viabilizar reformas “más para o país” e defendeu que o Governo “será avaliado” tanto pelas reformas que fez como por aquelas que não fez.
O líder do CHEGA, André Ventura, assegurou hoje que "não assinará nunca" uma reforma laboral que dificulte a vida dos trabalhadores e pediu ao Governo que faça um esforço de aproximação.
O presidente do CHEGA indicou hoje que o partido não aceita qualquer reforma que se traduza em "menos fiscalização" no Tribunal de Contas.
O líder do CHEGA, André Ventura, considerou esta sexta-feira que a proposta de lei do Governo para alterar a lei laboral "é má" e, como está, "não deve ser aprovada", mas indicou que mantém a disponibilidade para negociar.
Enquanto fotografava eventos e iniciativas do CDS, Isabel Santiago surgia também associada a funções remuneradas em estruturas públicas ligadas ao partido.
Foram várias as ameaças de morte que André Ventura, líder do CHEGA, recebeu nas redes sociais, após publicar um vídeo sobre a fuga de um detido do Tribunal de Ponte de Sor e a alegada emboscada montada à GNR para facilitar a evasão.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, admitiu o encerramento de esquadras da PSP em Lisboa, numa decisão que está a gerar preocupação sobre o futuro da segurança nas grandes cidades.
A guerra interna no PSD na freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, voltou a rebentar e já ameaça provocar uma crise política sem precedentes numa das maiores juntas da capital. Um acordo promovido por Carlos Moedas e pela liderança distrital do PSD durou apenas 10 dias antes de colapsar em acusações mútuas, suspeitas de favorecimento e denúncias de “tachos” para familiares.