X suspende conta de André Ventura após vídeo de roubo de ciganos

A conta do Presidente do CHEGA, André Ventura, na rede social X foi hoje suspensa, após a publicação de um vídeo onde pessoas de etnia cigana cometiam assaltos em plena luz do dia.

© Folha Nacional

“Estamos em período eleitoral, é inadmissível. Tenho milhares de seguidores e fiquei impedido de fazer publicações”, afirmou André Ventura.

No vídeo em questão, era possível ver duas mulheres de etnia cigana a fugir após terem cometido um roubo, enquanto um outro elemento da mesma comunidade, do sexo masculino, aguardava mais à frente numa carrinha branca. O episódio terá ocorrido em Palmela.

A conta de André Ventura terá sido suspensa por volta das 16 horas desta terça-feira e, ao contrário de outras ocasiões em que foi suspensa, a rede social não indicou qualquer prazo para o eventual restabelecimento da conta.

André Ventura afirmou que pretende apresentar queixa junto da rede social X, por considerar que esta medida vai “contra a liberdade de expressão”.

Através das restantes redes sociais, o Presidente do CHEGA declarou que, estando o país à beira de eleições, “temos de deixar de proteger os mesmos coitadinhos de sempre, sejam eles ciganos, imigrantes ou portugueses”, concluindo que “isto não é liberdade de expressão, continua a ser a perseguição do sistema a quem diz a verdade”.

“Isto não é uma questão de racismo nem de xenofobia. É uma questão de os ciganos não cometerem crimes, porque, se não o fizerem, não há nada para divulgar nem vídeos para mostrar”, afirmou.

“É exigir responsabilidades a quem comete crimes, ser duro com esses indivíduos e acabar com a bandalheira”, concluiu André Ventura.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA levou ao Parlamento a descida do IVA dos combustíveis de 23% para 13%, IVA Zero num cabaz de bens alimentares essenciais e o fim das portagens nas pontes 25 de Abril e Vasco da Gama. Nenhuma das propostas passou. PSD, PS e CDS-PP juntaram os votos contra nas duas medidas fiscais.
André Ventura defendeu esta quinta-feira, no Parlamento, uma redução da carga fiscal sobre os combustíveis e acusou o Governo de não responder ao aumento do custo de vida.
O CHEGA aceita as duas limitações impostas por Aguiar-Branco e desbloqueia a comissão parlamentar de inquérito. Ventura mantém as críticas à decisão, mas garante que não deixará cair a investigação aos mandatos do antigo diretor da Polícia Judiciária, Luís Neves.
Autarquia liderada pelo socialista Gonçalo Lopes repartiu trabalhos semelhantes de gestão florestal por cinco procedimentos, todos abaixo do limiar europeu. Dois ficaram a poucos milhares de euros dos 216 mil e, em quatro concursos, as empresas tiveram apenas cerca de 36 horas para apresentar propostas.
O líder do CHEGA acusa José Luís Carneiro de contradição e sustenta que os socialistas preferem preservar o entendimento político com o PSD a transformar em lei aquilo que dizem defender: baixar o IVA nos combustíveis de 23% para 13%.
O partido liderado por André Ventura exige explicações sobre pagamentos identificados pela Inspeção-Geral das Finanças e quer ouvir atuais e antigos responsáveis da televisão pública. Conselho Fiscal e Conselho Geral Independente também são chamados ao escrutínio. “Estamos a falar de recursos que são públicos”, avisa o deputado Daniel Teixeira.
O presidente do CHEGA anuncia novo requerimento potestativo para investigar a passagem de Luís Neves pela direção da PJ e acusa o Parlamento de aplicar critérios diferentes dos usados noutras comissões de inquérito. Ventura admite limitar novamente o objeto para desbloquear a CPI.
O presidente do CHEGA acusa Aguiar-Branco de bloquear o escrutínio ao atual ministro da Administração Interna e fala numa operação de “contenção política de danos”. Ventura denuncia “dois critérios” na admissão de inquéritos parlamentares e promete não deixar cair a investigação à passagem de Luís Neves pela direção da Polícia Judiciária.
A Cosmos Business Travel, empresa ligada ao universo empresarial da família Oliveira, terá faturado perto de 600 mil euros desde 2024 em serviços de viagens e alojamento contratados por organismos públicos, segundo revela o Tal & Qual.
O inquérito potestativo que permitiria avançar com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) a Luís Neves sem votação foi rejeitado. CHEGA denuncia uma tentativa de proteger o ministro da Administração Interna e impedir que a sua gestão na PJ seja investigada.