X suspende conta de André Ventura após vídeo de roubo de ciganos

A conta do Presidente do CHEGA, André Ventura, na rede social X foi hoje suspensa, após a publicação de um vídeo onde pessoas de etnia cigana cometiam assaltos em plena luz do dia.

© Folha Nacional

“Estamos em período eleitoral, é inadmissível. Tenho milhares de seguidores e fiquei impedido de fazer publicações”, afirmou André Ventura.

No vídeo em questão, era possível ver duas mulheres de etnia cigana a fugir após terem cometido um roubo, enquanto um outro elemento da mesma comunidade, do sexo masculino, aguardava mais à frente numa carrinha branca. O episódio terá ocorrido em Palmela.

A conta de André Ventura terá sido suspensa por volta das 16 horas desta terça-feira e, ao contrário de outras ocasiões em que foi suspensa, a rede social não indicou qualquer prazo para o eventual restabelecimento da conta.

André Ventura afirmou que pretende apresentar queixa junto da rede social X, por considerar que esta medida vai “contra a liberdade de expressão”.

Através das restantes redes sociais, o Presidente do CHEGA declarou que, estando o país à beira de eleições, “temos de deixar de proteger os mesmos coitadinhos de sempre, sejam eles ciganos, imigrantes ou portugueses”, concluindo que “isto não é liberdade de expressão, continua a ser a perseguição do sistema a quem diz a verdade”.

“Isto não é uma questão de racismo nem de xenofobia. É uma questão de os ciganos não cometerem crimes, porque, se não o fizerem, não há nada para divulgar nem vídeos para mostrar”, afirmou.

“É exigir responsabilidades a quem comete crimes, ser duro com esses indivíduos e acabar com a bandalheira”, concluiu André Ventura.

Últimas de Política Nacional

Presidente do CHEGA quer saber como Portugal vai pagar as novas fragatas e quanto custarão os juros. Ventura acusa ainda o Governo de ter adotado a “escola Luís Neves”: “Fala quando quer, sobre o que quer.”
Adjuntos, assessores e chefes de gabinete passaram dos corredores do Governo para lugares na Administração Pública. Em 17 casos, entraram em regime de substituição e, em dois, o percurso já terminou com uma nomeação por cinco anos.
Partido liderado por André Ventura questiona o Governo sobre o destino das habitações financiadas pelo PRR e pelo 1.º Direito e exige números sobre os beneficiários. Perante milhares de portugueses à procura de casa e uma oferta pública escassa, o CHEGA defende prioridade para cidadãos nacionais e para quem demonstre uma ligação duradoura e contributiva ao país.
Presidente do CHEGA considera que Luís Montenegro perdeu autoridade sobre o ministro da Administração Interna e avisa que, se não houver uma decisão sobre Luís Neves, o partido admite avançar com uma moção de censura. André Ventura acusa o ministro de ter arrastado o país para um “lamaçal político” e garante que a comissão parlamentar de inquérito é para manter.
Presidente do CHEGA considera “absolutamente razoável” o projeto que proíbe a mudança de sexo em menores de idade e reafirma a intenção de manter a iniciativa, rejeitando o apelo da ONU para que seja retirada ou revista.
Bancada de André Ventura apresentou dois projetos de lei, 14 projetos de resolução e avançou com a comissão de inquérito à liderança de Luís Neves na PJ. Somam-se ainda 28 perguntas dirigidas ao Governo.
A nomeação foi feita pelo presidente do CHEGA, André Ventura, em nome da Direção Nacional, e validada por todos os seus membros. Eduardo Teixeira assume agora um dos dossiês mais exigentes e estratégicos do partido, numa altura em que o forte crescimento autárquico do CHEGA trouxe uma nova dimensão e maiores responsabilidades à estrutura partidária.
Ventura abriu a rentrée do CHEGA com um aviso ao Governo: a descida da idade da reforma vai estar em cima da mesa no Orçamento do Estado (OE2027) e o partido promete não ceder.
O CHEGA pediu hoje audições parlamentares do ministro da Defesa, Nuno Melo, e de um representante da empresa portuguesa NT Group (NTG), para esclarecer questões relacionadas com a aquisição de três fragatas a Itália.
O CHEGA aparece à frente do Partido Socialista (PS) nas intenções de voto dos inquéritos feitos online durante o mês de agosto.