Cerca de um terço dos polícias da PSP têm entre 50 e 59 anos

Cerca de metade do efetivo da PSP ultrapassa os 40 anos e um terço tem entre 50 e 59 anos, indica o balanço social desta polícia de 2024, destacando que continuam a sair mais polícias do que a entrar.

© Facebook/PSP

Segundo o balanço social da PSP de 2024, o efetivo policial da Polícia de Segurança Pública a 31 de dezembro do ano passado era de 20.687, sendo cerca de 85% agentes, 10% chefes e 4,18% oficiais, e 10.272 tinha mais de 40 anos.

O documento, disponível na página eletrónica da PSP, avança que é no escalão etário dos 55 aos 59 anos que existe uma maior incidência de efetivos com 18,88% (4.012), seguido dos 45-49 anos com 17,15% (3.643) e na faixa etária dos 50-54 anos com 16,16 % (3.433).

O balanço social da PSP precisa também que no ano passado saíram desta força de segurança 830 polícias e apenas entraram 704, dos quais 502 foram admitidos através de novos recrutamentos de agentes e oficiais.

O relatório dá conta de que a maioria dos polícias saiu da PSP em 2024 para a aposentação.

De acordo com o documento, em média 18 polícias faltaram por dia ao trabalho e mais de metade das ausências foi por questões de doença, sendo cerca de um quarto devido a acidentes de serviço ou doença profissional.

Em relação às penas disciplinares aplicadas em 2024, a PSP revela que 14 polícias foram demitidos, 22 foram suspensos de funções, 99 foram multados e 19 foram alvo de repreensões escritas.

A polícia, que não menciona os motivos das penas disciplinares, salienta que foram decididos 1.162 processos, dos quais 1.009 foram arquivados

“Do ano 2023 para o ano 2024, transitaram 710 processos disciplinares. Durante o ano 2024, foram instaurados 1.233 novos processos disciplinares e decididos 1162, tendo transitado 707 para o ano seguinte”, refere ainda PSP.

Últimas do País

Sandra Pereira revelou estar em tratamento oncológico e afirmou que nunca deixou de trabalhar. Contudo, "esta não é a realidade dos portugueses. Nem todas as pessoas conseguem por inúmeros fatores", tal como evidenciou a deputada do CHEGA Cristina Rodrigues.
O líder do CHEGA acusa Governo de abandonar quem trabalha e desconta para viabilizar a Prestação Social Única com o apoio do PS. O partido liderado por André Ventura votou contra o diploma.
Um homem esfaqueou hoje uma mulher num centro comercial de Leiria, pôs-se em fuga de imediato e acabou detido em Lisboa, confirmou à agência Lusa fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP).
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) manifestou-se hoje contra a decisão do INEM de excluir as motas de emergência pré-hospitalar do financiamento às associações, alegando que apresentam "resultados muito positivos" no socorro à população.
Os dados do INE confirmam uma transformação demográfica acelerada: em 27 municípios, os residentes estrangeiros ultrapassam os 20% da população e, em Odemira, já são mais de 52%.
Quatro homens, com idades entre 28 e 50 anos, foram detidos no concelho de Alcobaça por suspeita de tráfico de droga e posse de armas, informou hoje a GNR, acrescentando ter apreendido mais de 800 doses de cocaína.
A Unicef Portugal defende que nas consultas de acompanhamento de crianças deveria ser possível verificar se os pais têm condições para criar os filhos, a propósito de um estudo divulgado hoje sobre a prevenção da violência contra menores.
O CHEGA quer reforçar os meios de combate ao tráfico de seres humanos em Portugal, depois de Portugal ter registado o maior número de vítimas dos últimos 15 anos. A proposta foi entregue no Parlamento e surge numa altura em que as autoridades continuam a sinalizar centenas de casos ligados à exploração laboral, sexual e outras formas de abuso.
O entendimento alcançado entre PSD e PS para viabilizar a Prestação Social Única mantém a possibilidade de acesso a apoios sociais sem a exigência de um período mínimo de descontos para a Segurança Social, uma das principais condições defendidas pelo CHEGA.
A PSP fiscalizou quatro agências de viagens nas freguesias lisboetas de Arroios e Santa Maria Maior, após denúncias de cidadãos estrangeiros por pagamento de serviços para obtenção de documentos que se revelaram falsificados, e registou várias contraordenações, foi esta quarta-feira anunciado.