Nuno Domingos é o novo presidente do sindicato dos inspetores da PJ

Nuno Domingos é o novo presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária (ASFIC/PJ), eleito para o mandato 2025-2028, numa eleição com uma única lista candidata.

© Facebook da PJ

O inspetor da PJ, que passou por diversas áreas e unidades de investigação criminal, tem entre os seus objetivos uma luta já com alguns anos desta estrutura sindical: a regulamentação de mais de uma dezena de portarias relativas ao funcionamento interno da PJ.

Citado em comunicado, o novo presidente da ASFIC/PJ eleito pela esmagadora maioria dos votantes afirmou querer ver “promulgadas as 14 portarias que estão por regulamentar”, mas aponta que “os ciclos políticos cada vez mais curtos” obrigam a prudência, apelando à colaboração da Direção Nacional da PJ neste objetivo.

Nuno Domingos já tinha ligação à estrutura sindical dos inspetores da PJ, da qual era até agora o presidente da Direção Regional da Grande Lisboa e Ilhas, órgão à frente do qual cumpriu dois mandatos, entre 2013-2016 e 2022-2025.

Presidiu ainda ao Conselho Fiscal e Disciplinar da Associação entre 2019 e 2020.

Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, entrou na PJ em 1999, onde passou por várias unidades de investigação, como fraudes e corrupção, tráfico de estupefacientes, banditismo e cibercrime.

Entre 2019 e 2022 exerceu funções em regime de mobilidade no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

Nuno Domingos sucede a Carla Pinto na liderança da ASFIC/PJ.

A votação da nova direção da estrutura sindical decorreu hoje no XII Congresso Nacional Extraordinário da ASFIC/PJ, realizado no edifício sede da PJ, em Lisboa.

Últimas do País

A fragata portuguesa destacada para uma missão em Cabo Verde acabou por integrar o programa oficial da visita de Estado de António José Seguro, acolhendo um almoço com o Presidente cabo-verdiano.
Os contratos de maior valor celebrados entre a Polícia Judiciária e a Construbarcelos, empresa de um empreiteiro amigo do ministro da Administração Interna, nunca foram tornados públicos no Portal Base. A PJ recorreu ao regime de contratação excluída para impedir a divulgação da documentação relativa à maioria dos ajustes diretos.
O jovem de 19 anos detido nos Açores por alegada pornografia de menores numa Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), ficou a aguardar o desenrolar do processo em liberdade, mas proibido de se aproximar e contactar a vítima.
O Sindicato dos Médicos do Norte pediu à Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) que investigue o Centro de Sangue e da Transplantação do Porto (CSTP) por os médicos estarem, alegadamente, sujeitos a trabalho suplementar não remunerado.
Um sismo de magnitude 2,4 na escala de Richter foi sentido hoje na ilha do Pico, nos Açores, informou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).
O Comando Regional da Madeira da PSP deteve dois homens na terça-feira por tráfico de droga e apreendeu mais de 6,9 quilogramas de produtos estupefacientes, foi hoje anunciado.
O presidente do CHEGA, André Ventura, considerou esta quarta-feira que existem motivos suficientes para a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito aos mandatos do ministro da Administração Interna, Luís Neves, à frente da Polícia Judiciária.
A Polícia Judiciária (PJ) encontrou indícios dos crimes de descaminho e abuso de poder na deslocação do reboque apreendido num processo de tráfico de droga que foi encontrado atracado a um camião da empresa Construbarcelos, que fez obras numa propriedade do ministro da Administração Interna. O procurador-geral da República já mandou abrir um inquérito.
O professor de 33 anos detido por suspeita de abuso sexual de crianças numa escola na Madeira ficou em prisão preventiva, depois ter sido presente hoje a primeiro interrogatório judicial.
Um casal brasileiro e um alegado cúmplice são suspeitos de terem viajado para Portugal para assaltar e matar um empreiteiro de 60 anos. Após o crime, permaneceram vários dias no país e fizeram turismo antes de serem detidos pela Polícia Judiciária no Aeroporto de Lisboa.