Mais de uma tonelada de haxixe apreendida no Guadiana pela GNR e Guardia Civil

Cerca de 1.700 quilogramas de haxixe, lançados ao mar por tripulantes de uma embarcação de alta velocidade, que fugiram, foram hoje apreendidos no Rio Guadiana, numa operação das polícias portuguesas e espanholas, informou a GNR.

© GNR

A operação teve início com a deteção pela Guardia Civil de Espanha de uma embarcação suspeita “a entrar pela barra do Rio Guadiana”, tendo solicitado o apoio da GNR para proceder à sua abordagem e interceção, indicou a Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) da GNR em comunicado.

Os tripulantes da lancha suspeita de estar ligada ao narcotráfico, equipada com quatro motores de elevada potência, conseguiram fugir em direção a águas espanholas, lançando ao mar dezenas de fardos de haxixe, especificou a força de segurança.

As autoridades portuguesas não conseguiram intercetar a embarcação, mas recolheram 50 fardos de haxixe, com um total de 1.700 quilogramas, bem como um telefone que opera via satélite, lê-se na nota.

De acordo com a GNR, a apreensão da droga ocorreu em águas territoriais espanholas, entre Portugal e o sul de Lepe, na província espanhola da Andaluzia.

O material apreendido foi entregue à Guardia Civil de Espanha, autoridade que coordena a investigação.

Também no dia de hoje, a Autoridade Marítima Nacional anunciou a apreensão de 876 quilogramas de droga no mar, ao largo da costa algarvia, junto a Vila Real de Santo António.

A apreensão resultou de uma ação de patrulha e vigilância marítima a sul da barra do Rio Guadiana, em águas territoriais portuguesas, especificou aquela autoridade em comunicado.

O produto estupefaciente estava acomodado em 21 fardos, totalizando cerca de 876 quilogramas.

Últimas do País

Um guarda prisional, de cerca de 40 anos, foi agredido por um visitante no interior do Estabelecimento Prisional de Lisboa, depois de lhe ter ordenado que abandonasse as instalações. O suspeito encontrava-se acompanhado por uma criança e terá desobedecido às indicações do funcionário.
Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.