Criminalidade e identidade

Portugal já não é o país seguro que nos habituámos a conhecer. Nas ruas de Lisboa, do Porto, de Faro ou Setúbal, em todo o território nacional, assistimos a uma escalada alarmante de crimes violentos que deixam os portugueses reféns no seu próprio país. Espancamentos, raptos, esfaqueamentos, gangues armados, tráfico de droga a céu aberto e assaltos brutais têm deixado um rasto de medo e impunidade.

E enquanto a criminalidade cresce, o Governo e as autoridades assobiam para o lado. Preferem esconder os números, manipular estatísticas e desvalorizar as vítimas. Enquanto isso, as forças de segurança estão abandonadas, desprezadas e humilhadas. Os nossos polícias arriscam a vida diariamente com salários miseráveis, sem meios, sem apoio político, e ainda são perseguidos sempre que tentam impor a autoridade do Estado. Hoje, é o criminoso que tem mais proteção do que o agente da autoridade. Uma vergonha nacional.

Quem nos governa perdeu o controlo. A esquerda instalou um clima de permissividade e desresponsabilização que favorece o criminoso e castiga o cidadão honesto. Pior ainda: abriu as portas a uma imigração descontrolada, sem filtros, sem critérios. Milhares entram todos os meses em Portugal sem que ninguém saiba quem são, de onde vêm ou o que vêm fazer. Muitos chegam com cadastro criminal, ligações a redes organizadas e integram-se rapidamente em estruturas que desafiam abertamente a ordem pública.

Isto não é preconceito, é realidade. A maioria dos casos de violência urbana, tráfico de droga, assaltos e agressões a polícias tem como protagonistas indivíduos estrangeiros, muitos deles ilegais ou “regularizados” à pressa. Em bairros inteiros já não se fala português. Já não se respeita a lei. E quem ousa denunciar esta realidade é acusado de racismo e xenofobia. Basta!

Portugal é um país de paz, mas também de identidade. A nossa história está enraizada nos valores da civilização ocidental, na família, no trabalho e na fé cristã que moldou os nossos princípios. Somos um povo com raízes profundas, que não aceita ser transformado à força numa sociedade sem rosto e sem valores. A multiculturalidade forçada não é integração: é fragmentação, conflito e insegurança.

O povo português está farto de ser tratado como estrangeiro na sua própria terra. Está farto de ver bairros dominados por gangues, o Estado ajoelhado perante minorias barulhentas e a Igreja silenciada enquanto se financiam cultos paralelos e agendas ideológicas que nada têm a ver com a nossa história. Estão a tentar apagar aquilo que somos.

Portugal precisa de uma viragem firme, corajosa e patriótica. É urgente recuperar o controlo das fronteiras. É urgente devolver autoridade às forças de segurança. É urgente rever as leis penais e garantir que quem comete crimes, sobretudo sendo estrangeiro, seja expulso do país. É urgente reafirmar a nossa identidade nacional, cristã, europeia, portuguesa, com orgulho e sem complexos.

O CHEGA não se calará. Não deixaremos que o país continue neste caminho de decadência e medo. Lutaremos por um Portugal seguro, orgulhoso das suas raízes, respeitador das suas forças policiais e firme contra quem quer destruir o que construímos ao longo de séculos. A segurança dos portugueses não é negociável. A nossa cultura não é descartável. E a nossa pátria não está à venda.

Portugal acima de tudo. Portugal para os portugueses!

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