Falar de natalidade é falar do futuro de Portugal. Um país onde cada vez menos crianças nascem, está lentamente, a abdicar do seu futuro, da sua identidade e da sua capacidade de decidir o seu próprio rumo. Portugal enfrenta hoje uma grave crise demográfica, consequência de décadas de políticas que desvalorizaram as famílias e ignoraram quem trabalha e sustenta o país.
Incentivar a natalidade não é um luxo nem uma escolha ideológica, é uma urgência nacional. Um povo que não se renova torna-se dependente de soluções externas e perde força económica e social. Mais crianças portuguesas significam mais trabalhadores no futuro, maior equilíbrio da Segurança Social e menos carga sobre quem já contribui. Trata-se de justiça entre gerações e de defesa do interesse nacional.
As vantagens para os portugueses são claras. Famílias fortes constroem uma sociedade forte. Apoiar quem quer ter filhos é reconhecer o valor do trabalho, da responsabilidade e do esforço de quem decide criar vida num contexto cada vez mais difícil. Mais crianças significam escolas com futuro, economias locais mais dinâmicas e comunidades mais coesas.
Portugal precisa de políticas sérias e eficazes que coloquem os portugueses em primeiro lugar, salários dignos, benefícios fiscais para as famílias, apoio real à habitação e acesso garantido a creches. Não bastam discursos, são necessárias medidas concretas que permitam formar família sem medo do amanhã.
Incentivar a natalidade é defender Portugal. É garantir continuidade, identidade e dignidade ao nosso povo. Sem portugueses, não há Portugal.