Primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana apresentou a demissão

O primeiro-ministro palestiniano, Mohamad Shtaye, apresentou a demissão ao presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, face à situação "política, económica e de segurança" resultante da "agressão" de Israel contra Gaza e Cisjordânia.

© D.R.

 

“Coloquei a demissão à disposição do presidente Mahmoud Abbas”, disse Shtaye durante uma reunião, noticiou a agência palestiniana WAFA.

“A decisão surge face aos desenvolvimentos políticos, económicos e de segurança em relação à agressão contra o nosso povo na Faixa de Gaza e à escalada sem precedentes na Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental”, disse.

Shtaye explicou que o povo palestiniano e o “sistema político” palestiniano enfrentam “um ataque feroz e sem precedentes, “genocídio”, tentativas de deslocação forçada, fome em Gaza, intensificação do colonialismo e do terrorismo dos colonos e invasões repetidas de campos e localidades (de refugiados) na Cisjordânia”.

Shtaye referiu ainda as “tentativas de liquidação da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente (UNRWA), o repúdio de todos os acordos assinados e a anexação gradual das terras palestinianas”, bem como os “esforços para transformar a Autoridade Palestiniana numa autoridade administrativa de segurança sem conteúdo político”.

Últimas de Política Internacional

O CHEGA apresentou um projeto de resolução que recomenda ao Governo português que se oponha à adoção do 'European Democracy Shield', iniciativa promovida pela Comissão Europeia.
Os eurodeputados do PS e do PSD votaram esta quinta-feira contra a rejeição do polémico 'Chat Control', permitindo que a proposta europeia continue o seu percurso legislativo. Em sentido contrário, os eurodeputados do CHEGA, integrados no grupo Patriots for Europe, votaram pela rejeição do diploma, defendendo que a medida representa uma ameaça à privacidade dos cidadãos.
O Comandante da força aeroespacial da Guarda da Revolução Islâmica afirmou hoje que o Irão vai transformar o Médio Oriente "num inferno” para os Estados Unidos, depois de uma nova troca de ataques entre os dois países na região.
O partido liderado por André Ventura quer garantir igualdade no acesso ao voto, enquanto PS e PSD mantêm silêncio sobre uma reivindicação antiga da diáspora.
O presidente do CHEGA, André Ventura, considerou hoje que o ataque de Israel e Estados Unidos contra o Irão "inquieta e gera incerteza", mas admitiu que, "começada a guerra, é fundamental alcançar os objetivos".
Uma proposta apresentada por Angie Roselló, porta-voz do partido espanhol de extrema esquerda Unidas Podemos, na autarquia de San Antoni, em Ibiza, está a gerar forte controvérsia.
O candidato presidencial e líder do CHEGA hoje “o derrube do regime de Nicolás Maduro“, após uma intervenção militar dos Estados Unidos da América na Venezuela, é “um sinal de esperança” para o povo daquele país e as comunidades portuguesas.
O Tribunal Constitucional indicou esta terça-feira que não admitiu as candidaturas às eleições presidenciais de Joana Amaral Dias, Ricardo Sousa e José Cardoso.
A Comissão Europeia anunciou hoje uma investigação formal para avaliar se a nova política da `gigante` tecnológica Meta, de acesso restrito de fornecedores de inteligência artificial à plataforma de conversação WhatsApp, viola regras de concorrência da União Europeia.
O Sindicato de Trabalhadores da Imprensa na Venezuela (SNTP) e o Colégio de Jornalistas (CNP), entidade responsável pela atribuição da carteira profissional, denunciaram hoje a detenção de um jornalista que noticiou a existência de um buraco numa avenida.