Trump: Uma esperança para o Ocidente

A vitória de Trump é, antes de mais, a vitória de um lutador, que mostrou ao mundo que a extrema-esquerda globalista não lhe mete medo, e que é possível vencê-los.

É uma vitória dos valores conservadores, que vêm na Vida o principal direito humano e um valor absoluto, na família a célula base da sociedade e que rejeitam o controlo do Estado sobre as suas vidas, sobre a educação dos seus filhos e que querem ser livres de transmitir os valores com os quais cresceram às futuras gerações.

É uma vitória de um Ocidente cada vez mais ameaçado pela influência geopolítica de países como a China e a Rússia, que têm em Trump um opositor implacável às suas pretensões autoritárias e um firme defensor dos interesses estratégicos e valores fundamentais do mundo ocidental.

É uma vitória de todos os patriotas, que consideram crucial o fortalecimento das suas fronteiras e da soberania nacional, e que o Ocidente deve proteger seus valores democráticos internamente antes de querer projetá-los externamente.

É uma vitória da liberdade de pensamento e de expressão, contra o ativismo agressivo no campo racial, ambiental ou de género, que recorre à censura para impor as suas normas e se instalou, de forma particularmente intensa, nos Estados unidos e na Europa.

É uma vitória da liberdade económica, que defende a ideia de que o Governo deve servir aos interesses dos cidadãos sem interferir de forma exagerada e sufocante nas suas vidas.

É uma vitória e um passo decisivo no combate cultural anti-woke e contra o ativismo progressista, sendo uma clara rejeição dessa cultura sufocante e punitiva que pretende moldar a sociedade a valores impostos por uma elite intelectual.

Mas esta é também uma derrota da bolha político mediática, que nas suas análises enviesadas e frequentemente marcadas por preconceitos ideológicos, teima em desvalorizar o campo político que Trump e partidos congéneres de outras regiões do globo, nomeadamente na Europa, representam.

A vitória de Trump é mais do que uma simples conquista eleitoral: É um sinal de esperança para o Ocidente e o reforço de uma visão do mundo que respeita a tradição, valoriza a liberdade e defende a ordem moral.

Editoriais do mesmo Autor

O 25 de Abril pôs fim à II República, mas não trouxe de imediato a liberdade nem a democracia que hoje muitos evocam de forma cómoda.
O jornalismo político português encontra-se armadilhado e com falta de credibilidade. O episódio na CNN envolvendo o Presidente André Ventura veio confirmar isso mesmo.

O interior do país voltou a ser vítima de incêndios de grande extensão e gravidade. Houve vítimas mortais, habitações e viaturas destruídas e vastas áreas de terreno consumidas pelas chamas, comprometendo o modo de vida de muitas famílias. As populações viveram dias de verdadeiro terror, cercadas pelo fogo. Em muitos casos, uma tragédia maior só […]

Depois de quase uma década de investigações, recursos, e manobras dilatórias, José Sócrates começou finalmente a ser julgado. O ex-primeiro-ministro socialista, arguido por corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal, está agora finalmente sentado no banco dos réus. Mas a pergunta que os portugueses fazem não é apenas se é “culpado ou inocente”, mas também […]

O Dia de Portugal deveria ser, por excelência, uma ocasião de exaltação positiva da nossa História, da nossa cultura e da nossa identidade. Mas o que se assistiu em Lagos no passado 10 de Junho foi precisamente o oposto. Apesar do momento solene de homenagem aos antigos combatentes, com um minuto de silêncio, os discursos […]