Portugal já notificou mais de 40 mil imigrantes ilegais para abandonar o território nacional. Mas não tem meios operacionais nem estrutura eficaz para garantir que essas ordens sejam cumpridas.
A verdade é simples: acabaram com o SEF, uma força especializada, experiente e eficaz no controlo de fronteiras e na fiscalização da imigração. Substituíram uma orgânica criminalmente preparada por uma improvisação política, que agora se tenta corrigir com a criação apressada de uma unidade de estrangeiros e fronteiras na PSP.
Este é o resultado direto das políticas socialistas: desmantelaram um sistema que funcionava, deixaram o país exposto, e transformaram o controlo migratório numa ficção burocrática.
A direita, representada pela atual AD, herda este caos — mas não dispõe das ferramentas fundamentais nem dos meios humanos e logísticos para executar as suas próprias políticas de controlo e segurança.
Sem controlo de fronteiras, não há Estado soberano. Sem autoridade, não há segurança. E sem segurança, não há coesão social.
Portugal precisa urgentemente de restaurar uma força de fronteiras robusta, treinada e operativa. É preciso recuperar o controlo do território, aplicar a lei, proteger os cidadãos e assegurar que o país acolhe quem respeita as regras — e não quem as ignora.
Chega de utopias ideológicas. A imigração tem de ser regulada com firmeza, justiça e autoridade.
O país exige liderança com coragem, soluções sérias e respeito pelo povo português. Quem destruiu que se explique. Quem governa que aja. Quem quer mudar, que se levante!
Chega