Demissão da ministra “já devia ter acontecido antes”, mas “acontecer no meio de uma catástrofe é sinal de desorientação” do Governo

O presidente do CHEGA defendeu hoje que um ministro não deve sair “quando as pessoas mais precisam dele” e considerou que a demissão de Maria Lúcia Amaral “no meio de uma catástrofe é sinal de desorientação”.

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“Um governante não sai quando está pressionado, um governante não sai quando as pessoas mais precisam dele ou dela”, afirmou André Ventura.

Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, o líder do CHEGA considerou que a demissão da ministra da Administração Interna “já devia ter acontecido antes”.

“Acontecer no meio de uma catástrofe é um sinal de desorientação e é um sinal de descoordenação que o Governo não deveria ter”, criticou.

Na terça-feira à noite foi comunicado que Maria Lúcia Amaral se demitiu das funções de ministra da Administração Interna, pasta que, transitoriamente, será assumida pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.

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