As iniciativas propunham aumentar o complemento de pensão de militares das Forças Armadas e GNR, e de pessoal das forças de segurança, assegurando que a reforma correspondia a 90% do último vencimento recebido.
Na quinta-feira, durante o debate agendado pelo PCP, o líder da oposição recordou que, em 2017, o PCP apoiava o Governo socialista quando foram aprovadas medidas que implicaram cortes nas pensões destes profissionais, considerando contraditório que agora surjam propostas para corrigir a desvalorização remuneratória.
“Não podem dizer que querem corrigir aquilo que ajudaram a manter”, afirmou, defendendo que as forças de segurança têm sido penalizadas ao longo dos anos, quer ao nível das pensões, quer nas condições salariais.
O líder do segundo maior partido referiu ainda que o CHEGA apresentou “dezenas de propostas” com o objetivo de reforçar a dignidade profissional e promover aumentos salariais, acrescentando que, segundo a sua avaliação, a CDU optou pela abstenção ou não acompanhou essas iniciativas.