CHEGA leva Fertagus e Governo ao Parlamento para explicar segurança ferroviária entre Lisboa e Setúbal

O serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, que atravessa a Ponte 25 de Abril, vai estar sob escrutínio no Parlamento. O CHEGA conseguiu aprovar uma audição para ouvir utentes, Fertagus e Governo sobre as condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço.

© facebook.com/ComboioFertagus

O grupo parlamentar do CHEGA fez aprovar, na 14.ª Comissão Parlamentar, a realização de uma audição dedicada às condições de funcionamento do serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, operado pela Fertagus, que atravessa a Ponte 25 de Abril.

O Folha Nacional apurou que a iniciativa prevê a presença do presidente da Associação de Utentes da Ponte 25 de Abril, da administração da Fertagus e da Secretária de Estado da Mobilidade, num debate centrado nas condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço prestado aos passageiros.

A audição surge na sequência de informações tornadas públicas pela associação de utentes, que anunciou ter apresentado uma queixa junto da Comissão Europeia contra o Estado português, alegando violação de padrões europeus aplicáveis ao transporte.

Para o CHEGA, esta situação levanta sérias dúvidas sobre o funcionamento do serviço ferroviário numa das principais ligações entre as duas margens do Tejo, utilizada diariamente por milhares de passageiros que se deslocam entre Lisboa, Almada, Seixal e Setúbal.

Com esta audição, os deputados pretendem esclarecer responsabilidades e avaliar se o serviço cumpre os requisitos de segurança, capacidade e qualidade exigidos, bem como identificar eventuais medidas que possam responder às preocupações manifestadas pelos utentes, apurou o Folha Nacional.

Últimas de Política Nacional

O serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, que atravessa a Ponte 25 de Abril, vai estar sob escrutínio no Parlamento. O CHEGA conseguiu aprovar uma audição para ouvir utentes, Fertagus e Governo sobre as condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quarta-feira o Governo de se vitimar e o primeiro-ministro de querer desviar atenções e usar as alterações à lei laboral como “manobra de distração”.
O Ministério Público arquivou 51 denúncias apresentadas contra cartazes do CHEGA, concluindo que os slogans não configuram crime e estão protegidos pela liberdade de expressão no debate político.
O Parlamento português recusou uma proposta do CHEGA que defendia que Portugal deveria fazer todos os esforços para reconhecer a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.
O CHEGA entregou um projeto de resolução no parlamento em que recomenda ao Governo a adoção de "medidas urgentes" para assegurar o "regular funcionamento" dos tribunais e serviços do Ministério Público (MP) na Comarca de Portalegre.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que propõe a criação da carreira especial de medicina dentária e a sua integração plena no Serviço Nacional de Saúde (SNS), para reforçar o acesso da população portuguesa a cuidados de saúde oral.
O líder do CHEGA defendeu hoje que o Governo deve "rasgar e começar novamente" as propostas de alteração à lei do trabalho e procurar no parlamento o consenso para esta reforma, manifestando disponibilidade para negociar.
O CHEGA regista 25,8% das intenções de voto no mais recente Barómetro DN/Aximage, consolidando-se como uma das principais forças políticas do país. O estudo indica ainda que André Ventura é apontado por mais de metade dos inquiridos como a principal figura da oposição.
O Ministério Público acusou Diamantino Oliveira Lopes, eleito pelo PS para a Junta de Freguesia de Moreira do Rei e Várzea Cova, no concelho de Fafe, distrito de Braga, no mandato autárquico de 2017 a 2021, dos crimes de prevaricação e falsificação de documento, num procedimento de loteamento alegadamente destinado a beneficiar o próprio filho.
O líder do CHEGA saudou hoje o compromisso do Presidente da República de não dissolver o parlamento em caso de chumbo do Orçamento do Estado, mas avisou que esta posição "tem limites" e pode "esbarrar na realidade parlamentar".