Segundo um comunicado do Comando Regional da PSP dos Açores, no mês de março, o Núcleo de Armas e Explosivos desenvolveu diversas ações de fiscalização “que se materializaram pela monitorização e regulação constante de processos referentes a titulares de armas de fogo, pela verificação das condições de segurança de armas em residência e averiguação das suas condições legais e obrigações impostas aos seus possuidores, e ao uso e porte de armas no domínio público”.
“Em resultado destas intervenções policiais, detetaram-se e apreenderam-se duas armas de fogo curtas (revólveres) em situação ilegal, sem o devido manifesto ou registo e, ainda, foram entregues a favor do Estado, três pistolas, dois revólveres e seis espingardas, pelo facto de os seus atuais detentores não estarem legalmente autorizados para a detenção de armas de fogo e terem prescindido das mesmas”, referiu.
A PSP acrescentou que, no seguimento de uma investigação levada a efeito pela Esquadra de Investigação Criminal de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, o Núcleo de Armas e Explosivos do Comando Regional recebeu uma reprodução de arma de fogo, cuja posse é proibida, e uma arma de ar comprimido de aquisição livre, cujo uso e porte só é permitido dentro de propriedade privada e nos locais autorizados.
Com este tipo de ações operacionais de cariz preventivo, a PSP afirma que “pretende consolidar a sua atuação ao nível da segurança, com o foco na proteção dos direitos dos cidadãos e bem-estar social”.