Campanha rodoviária alerta para riscos do excesso de velocidade

© Facebook / GNR

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Guarda Nacional Republicana (GNR) e Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam na quinta-feira a campanha “Viajar sem pressa”, que alerta para os riscos do excesso de velocidade.

Num comunicado conjunto, as autoridades explicam que a campanha se estende até ao dia 03 de maio e que o excesso de velocidade é uma das principais causas dos acidentes nas estradas e responsável por mais de 60% das infrações registadas.

Segundo as autoridades, num atropelamento, a probabilidade de existirem vítimas mortais aumenta em função da velocidade a que circulam os veículos.

“Se um veículo circular a 30 km/h, a probabilidade das consequências de um atropelamento serem mortais é de 10%. Aumentando a velocidade para 50 km/h, a probabilidade passa a ser de 80%”, explicam.

A campanha “Viajar sem pressa” integrará ações de sensibilização da ANSR em território continental – e dos serviços das administrações regionais na Região Autónoma dos Açores e na Região Autónoma da Madeira – e operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP, com especial incidência em vias e acessos “com elevado fluxo rodoviário”.

O objetivo é contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores.

De acordo com a informação divulgada, as ações de sensibilização ocorrerão em simultâneo com operações de fiscalização em dias diversos. Assim, na quinta-feira a campanha estará focada na Avenida Infante Dom Henrique (Lisboa) e, na sexta-feira, na autoestrada A13, nas portagens de Almeirim (sentido Sul/Norte).

A manhã de campanha do dia 02 de maio arranca na A1, em Coimbra (sentido Sul/Norte), e na tarde do dia 03 será na Avenida Manuel Abreu Lameiras, com interceção na Praça João Paulo II, em Viseu.

A ANSR, GNR e PSP relembram que a velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais, insistindo: “Quanto mais rápido conduzimos, menos tempo dispomos para imobilizar o veículo, quando algo de inesperado acontece”.

“A sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada”, alertam.

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