Pescadores revoltados exigem respeito e diálogo

©D.R.

Pescadores, armadores, associações e sindicatos do setor de todo o país manifestaram-se hoje, em Viana do Castelo, revoltados por não terem sido ouvidos no processo de criação de cinco áreas de exploração de energias renováveis no mar.

Cerca de três dezenas de profissionais da pesca encheram uma sala de uma unidade hoteleira da cidade, onde o Governo promoveu hoje uma audiência pública para formulação de sugestões e recolha de contributos para proposta preliminar das áreas situadas ao largo de Viana do Castelo, Leixões, Figueira da Foz, Ericeira-Cascais e Sines.

Em causa está um projeto para a criação daquelas cinco áreas de exploração de energias renováveis no mar, cuja consulta pública começou em 30 de janeiro e termina na sexta-feira.

Os representantes dos pescadores acusaram o Governo de ter conduzido “extremamente mal” o processo de elaboração da proposta preliminar, criticaram a Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos por “não terem sido ouvidos” e garantiram que se o plano for para a frente tal como está “é a morte da pesca em Portugal”.

Conscientes de que as energias renováveis no mar vão avançaram, os pescadores apelaram ao diálogo com o setor e querem ter voz no planeamento do projeto final e serem compensados pelo impacto, negativo que sabem que esta transição energética vai implicar no setor.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.