Estudantes do Ensino Superior prometem “Dia Nacional de Luta” na quinta-feira

©AEFCSH

Os estudantes do ensino superior manifestam-se na quinta-feira, Dia Nacional do Estudante, contra as dificuldades que estão a ampliar “o muro” no acesso a este nível de ensino, estando previstas iniciativas em vários pontos do país.

A Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa anunciou o protesto em conjunto com outras associações, indicando que em Lisboa haverá uma concentração junto à Faculdade de Belas Artes, seguindo-se uma marcha até São Bento.

“Hoje, aprofundam-se as desigualdades e o custo de vida aumenta. Os estudantes e suas famílias sentem estas consequências, principalmente quando, todos os anos, milhares ficam fora do Ensino Superior devido às barreiras socioeconómicas”, referem os estudantes, em comunicado.

No documento, prometem juntar-se em todo o país e perguntam: “Até quando vai o muro aumentar?”.

Melhor Ação Social e alojamento, gratuitidade, mais financiamento público e melhores condições nas instituições são as reivindicações dos alunos do ensino superior.

Haverá igualmente uma concentração em frente à Universidade do Porto, estando prevista uma manifestação em Coimbra e ações idênticas em Aveiro, Castelo Branco e Braga.

A organização apela aos estudantes para se mobilizarem por todo o país num “Dia Nacional de Luta”.

Até ao momento, aderiram à iniciativa mais de 10 estruturas estudantis, entre as quais a Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a Associação de Estudantes da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, a Associação de Estudantes de Direito da Universidade Nova de Lisboa, a Associação de Estudantes do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, a Associação Académica da Universidade de Lisboa, a Associação de Estudantes da Escola Superior de Teatro e Cinema e a Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Últimas do País

Uma operação de fiscalização, em Felgueiras, no distrito do Porto, levou à apreensão de mais de 1.800 artigos contrafeitos, tendo sido constituídos arguidos dois homens suspeitos do crime de contrafação, anunciou hoje a GNR.
As ocupações ilegais já não se limitam a casas vazias. Nos últimos meses, autoridades e proprietários têm registado uma mudança no padrão: os chamados 'okupas' estão a expandir-se para novos espaços, como jardins privados, terrenos rurais e até embarcações.
A doença crónica está a crescer em Portugal e a surgir cada vez mais cedo, evoluindo para formas mais complexas, conclui uma investigação hoje divulgada, que aponta para um “impacto desproporcional” nos mais desfavorecidos
Quarenta por cento dos estudantes da Universidade de Lisboa têm crises de ansiedade frequentemente e 35% raramente, indica um estudo sobre saúde mental da Associação Académica da universidade, que é apresentado hoje.
O Serviço Regional de Proteção Civil (SRPC) da Madeira emitiu um aviso face às previsões de forte precipitação para hoje, alertando para a necessidade de serem adotadas medidas preventivas de segurança.
A Unidade Local de Saúde de Santa Maria denunciou à Meta e às autoridades uma página fraudulenta no Facebook que usa indevidamente a identidade do hospital para promover produtos de emagrecimento, disse à Lusa fonte da instituição.
A adesão dos profissionais de saúde à higiene das mãos atingiu 82,2% em 2025, um valor em crescimento desde 2015, embora se mantenha a necessidade de estratégias de reforço para atingir níveis de excelência alinhados com os referenciais internacionais.
Álvaro Santos Pereira recebe quase 20 mil euros por mês, declarou três contas à ordem com saldo residual e investiu 25 mil euros em ações entretanto vendidas após alerta do Banco Central Europeu (BCE).
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) está a averiguar as alegadas mortes de doentes enquanto aguardavam cirurgia cardíaca na Unidade Local de Saúde de Santo António (ULSSA), no Porto, refere um processo hoje consultada pela Lusa.
A situação em Tomar "estabilizou" cerca de 100 dias após a tempestade Kristin, mas continuam a existir constrangimentos nas comunicações e na gestão florestal, disse hoje à Lusa o presidente da Câmara, Tiago Carrão.