Estudantes do Ensino Superior prometem “Dia Nacional de Luta” na quinta-feira

©AEFCSH

Os estudantes do ensino superior manifestam-se na quinta-feira, Dia Nacional do Estudante, contra as dificuldades que estão a ampliar “o muro” no acesso a este nível de ensino, estando previstas iniciativas em vários pontos do país.

A Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa anunciou o protesto em conjunto com outras associações, indicando que em Lisboa haverá uma concentração junto à Faculdade de Belas Artes, seguindo-se uma marcha até São Bento.

“Hoje, aprofundam-se as desigualdades e o custo de vida aumenta. Os estudantes e suas famílias sentem estas consequências, principalmente quando, todos os anos, milhares ficam fora do Ensino Superior devido às barreiras socioeconómicas”, referem os estudantes, em comunicado.

No documento, prometem juntar-se em todo o país e perguntam: “Até quando vai o muro aumentar?”.

Melhor Ação Social e alojamento, gratuitidade, mais financiamento público e melhores condições nas instituições são as reivindicações dos alunos do ensino superior.

Haverá igualmente uma concentração em frente à Universidade do Porto, estando prevista uma manifestação em Coimbra e ações idênticas em Aveiro, Castelo Branco e Braga.

A organização apela aos estudantes para se mobilizarem por todo o país num “Dia Nacional de Luta”.

Até ao momento, aderiram à iniciativa mais de 10 estruturas estudantis, entre as quais a Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a Associação de Estudantes da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, a Associação de Estudantes de Direito da Universidade Nova de Lisboa, a Associação de Estudantes do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, a Associação Académica da Universidade de Lisboa, a Associação de Estudantes da Escola Superior de Teatro e Cinema e a Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Últimas do País

Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.
Oito homens ficaram feridos numa sucessão de episódios violentos entre Loures, Lisboa e Amadora. Três vítimas de esfaqueamento ficaram em estado grave e outro homem foi baleado durante uma festa. PSP investiga as ocorrências e procura identificar os responsáveis.
A menos de um mês do arranque do ano letivo, há mais quartos disponíveis para os estudantes deslocados, mas o aumento da oferta face ao ano passado não se traduziu numa redução do preço das rendas.
Auditoria colocou mais de 12 milhões de euros em pagamentos da RTP sob escrutínio. Marisa Garrido recebeu suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da estação pública e o CHEGA quer respostas: “Quem decidiu? Quem recebeu? Quem fiscalizou?”
Um total de 13 distritos de Portugal continental estarão hoje sob aviso amarelo por risco de aguaceiros por vezes fortes e trovoada, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os técnicos do INEM querem que o instituto desista de transformar as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em veículos ligeiros, que retira capacidade de transporte de doentes, e alargue a rede de ambulâncias de emergência até final de 2027.
Partido liderado por André Ventura defende que a gratuitidade dos manuais escolares seja alargada aos alunos do ensino privado.
O Ministério Público acusou quatro homens, entre os 30 e os 46 anos, por tráfico de droga, detenção ilegal de arma proibida, recetação e falsificação ou contrafação de documento, no concelho de Portalegre, foi hoje anunciado.