Manifestação promovida pelo Bloco de Esquerda termina em violência

©D.R.

Decorreu no passado sábado, dia 1 de abril, em Lisboa, a manifestação “Casa para Viver”, que visava protestar contra o aumento das rendas e dos preços das casas no centro das grandes cidades, tendo sido amplamente divulgada e promovida pelo Bloco de Esquerda e pelo Partido Comunista Português.

A manifestação juntou diversos grupos de extrema-esquerda anarquista e acabou com cenas de violência, com ataques à polícia, acabando por resultar no ferimento de dois polícias e na detenção de duas pessoas.

Os atos de vandalismo foram vários e tomaram diversas formas, contra montras de lojas, muitas delas propriedade de imigrantes, caixas multibanco, sendo que as próprias motas da PSP foram grafitadas com insultos à polícia e símbolos anarquistas.

O incitamento à violência era visível em boa parte dos cartazes empunhados pelos manifestantes, não deixando dúvidas ao que vinham: “Morte aos senhorios! Estamos fartos!” ou “Eat the Rich” (comam os ricos) e as palavras de ordem anarquistas e anticapitalistas eram audíveis.

Os confrontos com a polícia foram apenas o corolário de insultos, atos de vandalismo e ameaças contra as forças da ordem, que acabaram por não ter alternativa, a não ser responder com firmeza às investidas dos desordeiros.

Últimas do País

A Proteção civil registou 121 ocorrências, entre as 00h00 e as 07h00 relacionadas com o mau tempo, mantendo-se as autoridades a avaliar e monitorizar o nível das águas em várias regiões, que se mantém estável.
O Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em Braga, afastou de funções um funcionário que foi filmado nu a realizar uma prática sexual frente a alguns alunos e participou o caso ao Ministério Público, disse hoje o diretor.
O mês de janeiro deverá ser o mais chuvoso de sempre, depois de dezembro também já ter registado uma das maiores pluviosidades de sempre, revelou o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pimenta Machado.
A Câmara de Coruche ativou o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, na sequência da depressão Kristin, que provocou precipitação intensa e uma subida acentuada dos níveis do rio Sorraia, aumentando o risco de cheias e inundações.
A PSP registou em 2025 um aumento de 8% nas infrações por falta de uso de cintos de segurança e outros sistemas de retenção e apela aos condutores para evitarem comportamentos de risco, durante as tempestades que afetam Portugal.
Os 68 concelhos em situação de calamidade após a passagem da depressão Kristin têm 17,1% da população residente em Portugal e 16,7% da área total, um território onde se localizam grandes empresas, muitas delas fortemente exportadoras.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou hoje para a possibilidade de inundações em zonas urbanas, cheias, derrocadas e acidentes em zonas costeiras, entre hoje e quinta-feira, devido à passagem da depressão Leonardo por Portugal continental.
Uma investigação, que contou com a participação da Escola Superior Agrária do Politécnico de Coimbra (ESAC-IPC), revelou que o ambiente influencia o movimento das aves aquáticas e, por consequência, a propagação do vírus da gripe aviária.
Um agente da PSP, em serviço no aeroporto Sá Carneiro, no Porto, foi hoje arrastado cerca de 200 metros por um carro que estava a ser fiscalizado, tendo sido transportado ao Hospital São João, revelou fonte oficial da Polícia.
Despesa abaixo da UE e mortalidade acima da média expõem fragilidades no combate ao cancro. Dados da OCDE mostram que a despesa com oncologia representa apenas 5,5% da despesa total em saúde, abaixo da média europeia de 7%.