GNR detém 11 pessoas em flagrante delito por violência doméstica durante a semana passada

©GNR

A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou hoje que deteve 544 pessoas em flagrante delito na semana passada, em todo o país, 11 das quais por violência doméstica.

Em comunicado, a GNR salientou que estas detenções ocorreram no âmbito de operações realizadas entre os dias 14 e 20 de abril, visando a prevenção e combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária e a fiscalização de matérias de âmbito contraordenacional.

Entre as detenções, e além das 11 já referidas por violência doméstica, destacam-se ainda nove por posse ilegal de arma e arma proibida, 36 por tráfico de droga, 18 por furto e roubo e uma por incêndio florestal.

Na vertente rodoviária, a GNR indica ter ainda detido 243 pessoas por conduzir sob o efeito de álcool e 137 por não terem habilitação legal para conduzir.

Do balanço deste conjunto de ações realizadas pela GNR em todo o território nacional constam ainda diversas apreensões, designadamente 18 veículos, 23 armas de fogo, 18 armas brancas ou proibidas e 410 munições de diversos calibres.

Foram também apreendidas 7.774 doses de cocaína, 6.339 doses de MDMA, 2.719 doses de haxixe, 2.141 doses de heroína, 1.016 doses de liamba, 25 comprimidos de anfetaminas, três comprimidos de MDMA, nove selos de LSD e 133 pés de canábis.

No âmbito da fiscalização de trânsito, a GNR detetou 9.612 infrações entre as quais 3.191 por excesso de velocidade, 768 por falta de inspeção periódica obrigatória, 376 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças ou ainda 343 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização.

Além disto, a GNR detetou 316 situações de uso indevido do telemóvel durante a condução, bem como 303 infrações relacionadas com tacógrafos, 266 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei e 249 por falta de seguro de responsabilidade civil.

Últimas do País

Cerca de 211 mil clientes da E-Redes continuavam hoje às 06:00 sem luz em Portugal continental, a maior parte na zona de Leiria, na sequência da depressão Kristin na madrugada de quarta-feira.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um período prolongado de chuva na próxima semana em todo o território continental, mas sobretudo no norte e centro, regiões atingidas pelo mau tempo nos últimos dias.
O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) reconheceu hoje que tem os próximos dois dias para preparar as albufeiras para a próxima semana, que será "muito complicada" face à previsão de chuva em todo o território continental.
Um serviço de urgência de Ginecologia e Obstetrícia vai estar encerrado no sábado, e três vão estar encerrados no domingo, sobretudo nas regiões de Lisboa e Setúbal, segundo as escalas publicadas no Portal do SNS.
A Direção-Geral da Saúde alerta para riscos na segurança da água e dos alimentos após a tempestade Kristin e os cortes de energia, recomendando cuidados no consumo, na alimentação e no saneamento para proteger a saúde da população.
A idade média com que os portugueses se reformam aumentou 8,5 meses entre 2018 e 2024, mesmo com a estabilização da idade legal de acesso à pensão, segundo dados analisados por economistas do Banco de Portugal (BdP).
A ministra do Ambiente e Energia disse hoje, durante uma deslocação à Marinha Grande, que foram distribuídos 200 geradores pelas zonas afetadas pela depressão Kristin, na quarta-feira, e garantiu que ainda há mais disponíveis.
O Governo aprovou na quinta-feira, em Conselho de Ministros, o decreto que reclassifica o edifício da Livraria Lello e Irmão, no Porto, como Monumento Nacional, que conclui um processo de sete anos.
O alojamento turístico registou 32,5 milhões de hóspedes e 82,1 milhões de dormidas em 2025, mais 3,0% e 2,2% face a 2024, com as dormidas dos residentes a acelerarem, diminuindo a dependência dos mercados externos.
O número de vítimas de violência escolar ajudadas pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) aumentou quase 60% nos últimos seis anos, divulgou hoje a organização, a maioria raparigas entre os 11 e 14 anos.