SEF detém suspeito de traficar dois menores de origem angolana

©facebook.com/servicodeestrangeirosefronteiras

O SEF deteve, ao final de tarde de quarta-feira no aeroporto de Lisboa, um cidadão estrangeiro por “fortes indícios da prática dos crimes de tráfico de menores, auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos”, indicou hoje aquela entidade.

Em comunicado, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras refere que o detido aguardava a chegada de dois menores, com 14 e 15 anos, oriundos de um voo proveniente do continente africano, com o objetivo de auxiliar e facilitar a sua passagem para outro país europeu, por via terrestre.

Fonte do SEF disse à Lusa que os dois menores vinham de Angola e o homem, também de nacionalidade angolana, mas que estava em Portugal, foi detetado pelos inspetores já fora do aeroporto de Lisboa, depois de os adolescentes terem sido identificados na zona de chegadas.

Segundo o SEF, os menores eram portadores de vistos Schengen falsificados.

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras refere que, “efetuadas diversas diligências posteriores, foi possível apurar, pela verificação do ‘modus operandi’ utilizado, fortes indícios da prática dos crimes de tráfico de seres humanos e de auxílio à imigração ilegal”.

Aquele serviço de segurança diz que os menores foram acompanhados por uma equipa multidisciplinar vocacionada para casos de tráfico de seres humanos e, depois, encaminhados para uma casa abrigo exclusivamente destinada ao acolhimento de crianças e jovens vítimas deste crime.

De acordo com o SEF, a intervenção policial levou à apreensão de documentos de viagem falsificados, diversa documentação relacionada com a prática do ilícito, dinheiro em espécie e um telemóvel relacionado com a prática dos crimes.

O detido é hoje presente ao juiz de instrução para primeiro interrogatório e aplicação das medidas de coação.

Últimas do País

Tinha 23 anos, encontrava-se em situação irregular em Portugal e já tinha sido notificado para abandonar voluntariamente o país. O cidadão estrangeiro foi localizado em Lisboa durante uma operação da Polícia Judiciária e constituído arguido por fortes suspeitas de burla informática e nas comunicações e de branqueamento.
A GNR dá início esta sexta-feira à operação Escola Segura 2026/2027 e vai assinalar o regresso às aulas com um conjunto de ações de sensibilização dirigidas aos alunos, professores e encarregados de educação, abrangendo mais de 4.400 estabelecimentos.
As escolas começam esta sexta-feira a receber alunos para mais um ano letivo que será marcado pela proibição dos smartphones até ao 9.º ano e pela já anunciada falta de professores, em especial na zona de Lisboa.
Nove concelhos dos distritos de Santarém, Portalegre e Faro apresentam hoje perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Estava condenado a quatro anos de prisão na Bélgica e era procurado pelas autoridades daquele país. Um homem de 56 anos foi localizado e detido pela Polícia Judiciária, esta quinta-feira, na zona de Loures, por factos relacionados com um crime de branqueamento.
A GNR apreendeu uma pistola, uma caçadeira, três carabinas de ar comprimido, uma catana, um punhal, um bastão e mais de 800 munições e cartuchos. O suspeito foi detido e presente ao Tribunal Judicial de Santarém.
Três homens, com idades entre 24 e 31 anos, foram detidos pela PSP por furto no interior de uma residência em Lagos, distrito de Faro, tendo dois deles sido intercetados após perseguição pelo lesado, foi hoje anunciado.
A Linha Nacional de Prevenção do Suicídio recebeu cerca de 25.600 chamadas no primeiro ano de atividade, das quais quase 700 correspondiam a situações de risco iminente de suicídio, avançou hoje à Lusa o coordenador clínico do serviço.
Carlos Mendonça, antigo presidente da Câmara Municipal do Nordeste eleito pelo PS, foi condenado a 10 anos de prisão e a 300 dias de multa. O tribunal deu como provados crimes de peculato, falsificação de documento e abuso de poder num processo relacionado com a utilização de dinheiros públicos.
O ex-presidente do Colégio de Competência em Emergência Médica Vítor Almeida alertou hoje que mais de 22 mil ocorrências de nível P1, situações associadas a risco de vida iminente, continuam sem socorro adequado.