Chefes da PSP ponderam “paragem de atividade” na JMJ

© Facebook/PSP

Os chefes da Polícia de Segurança Pública (PSP) ponderam uma “paragem de atividade” durante as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), caso a tutela não responda às suas reivindicações, disse à Lusa o presidente do sindicato que os representa.

“Até ao final deste mês temos de ser ouvidos e atendidos”, afirmou o presidente do Sindicato Nacional da Carreira de Chefes da PSP, Rui Amaral, no final de um encontro nacional que reuniu cerca de 200 pessoas, em Lisboa.

Os chefes da PSP lamentam “a inação governativa no que diz respeito à resolução dos principais problemas dos profissionais da PSP, de quem se espera um desempenho elevado para fazer face àquilo que é o fator essencial de sucesso de um evento como as Jornadas Mundiais de Juventude, que é a segurança”.

Segundo Rui Amaral, os chefes da PSP querem ser ouvidos pela direção da PSP e pelo ministro da Administração Interna e, caso não sejam atendidos nas reivindicações, prometem “agir em conformidade”: “Haverá outras formas que podemos utilizar e falo em paragem de atividade”, em agosto, quando acontecem as JMJ, disse.

O sindicalista considera “inadmissível esperar 30 anos por uma promoção”, ainda não terem sido abertos concursos na PSP referentes a 2022, não serem pagas horas extraordinárias e, “em final de carreira, promoverem e adotarem uma política de mobilidade e colocarem os elementos a mais de 400 quilómetros de distância” de casa, disse Rui Amaral.

Últimas do País

O Ministério Público (MP) de Coimbra revelou hoje que deduziu acusação contra dois arguidos, uma pessoa singular e uma pessoa coletiva, por alegada apropriação de diversas quantias pertencentes à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Tábua (AHBVT).
A menor e outras três jovens saíram de uma instituição de apoio social, sem autorização, e encontraram-se com os suspeitos num jardim da cidade. Os detidos vão ser presentes a primeiro interrogatório judicial.
O presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC) exortou hoje os jovens a deixarem de seguir 'influencers' que os prejudiquem, no dia em que o instituto lançou um novo canal digital sobre saúde mental.
Meses depois das tempestades que devastaram o país, a resposta do Estado continua longe de chegar ao terreno: a maioria das cerca de 18 mil candidaturas para reconstrução de casas na região Centro ainda nem sequer foi analisada e apenas 200 receberam pagamento.
Camas já custam mais de 1700 euros por mês e vagas praticamente desapareceram. Esperas chegam a mais de seis meses.
Um grupo de cidadãos entrega esta quarta-feira na Assembleia da República uma petição, que conseguiu cerca de 17.000 assinaturas 'online', para defender o "fim da ideologia de género".
Dados do estudo europeu 'Wastewater analysis and drugs – A European multi-city study' mostram subida acentuada de cocaína, anfetaminas e ecstasy, num cenário que contraria o resto do país e preocupa as autoridades.
O rapaz de 14 anos acusado de matar a mãe, a vereadora da Câmara de Vagos Susana Gravato, vai começar a ser julgado à porta fechada no dia 25 no Tribunal de Família e Menores de Aveiro, informou hoje fonte judicial.
O secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, é um dos quatro detidos hoje no âmbito da operação 'Lúmen', que investiga a prática de alegados crimes económicos, incluindo corrupção, em contratos públicos para iluminações de Natal.
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) alertou esta terça-feira que os distritos com maior carência de médicos nos últimos anos foram especialmente afetados pelo aumento da mortalidade infantil e materna em 2024, estimando novos agravamentos em 2025 e 2026.